quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

PROJETO 2010

MEIO AMBIENTE E SAÚDE
“CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS”

PROPOSTA

SABEMOS QUE À EDUCAÇÃO CABE A RESPONSABILIDADE DE PROPICIAR MOMENTOS E EXPERIÊNCIAS QUE OFEREÇAM AOS ALUNOS CONDIÇÕES DE SE TORNAREM CONSCIENTES E RESPONSÁVEIS PELO SEU ATO COMO BOM CIDADÃO, OU SEJA, É NECESSÁRIO QUE ELES PERCEBAM O DESEQUILÍBIO DO MEIO EM QUE VIVEMOS COMO TAMBÉM É NECESSÁRIO TER UMA CONSCIÊNCIA DO MEIO-AMBIENTE.
TENDO EM VISTA O DESEQUILÍBRIO DO MEIO EM QUE VIVEMOS É NECESSÁRIO TER UMA CONSCIÊNCIA PROTETORA DO AMBIENTE EM QUE ESTAMOS INSERIDOS.
O SUJEITO PENSANTE NÃO PODE PENSAR SOZINHO NÃO PODE PENSAR SEM A CO-PARTICIPAÇÃO DE OUTROS SUJEITOS NO ATO DE PENSAR SOBRE O OBJETO. NÃO HÁ UM “PENSO” MAS UM “PENSAMOS”. É O “PENSAMOS” QUE ESTABELECE O “PENSO” E NÃO O CONTRÁRIO. ESTA CO-PARTICIPAÇÃO DOS SUJEITOS NO ATO DE PENSAR SE DÁ NA COMUNICAÇÃO. O OBJETO, POR SI MESMO, NÃO É A INCIDÊNCIA TERMINATIVA DO PENSAMENTO DE UM SUJEITO, MAS O MEDIADOR DA COMUNICAÇÃO. PAULO FREIRE NO ATUAL CONTEXTO EDUCACIONAL, A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO É TEMA DE PESQUISAS, ESTUDOS E INVESTIMENTOS. SENDO ASSIM, BUSCAMOS CONTRIBUIR COM O DEBATE E A REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA. TENDO COMO PRINCÍPIO A SISTEMÁTICA DO TRABALHO COLETIVO E A PARCERIA COM DIVERSAS INSTITUIÇÕES E SEGMENTOS, O PROJETO TEM POR OBJETIVO FAVORECER MELHORIAS NA QUALIDADE DO ENSINO, ESTRUTURANDO-SE EM TEMAS QUE BUSCAM A PERSPECTIVA DA DISCIPLINA EM GRUPO E DA TRANSVERSALIDADE. COM O ESTUDO DO MEIO-AMBIENTE PRIORIZAMOS DESENVOLVER E FORMAR O EDUCADOR AMBIENTAL, O QUAL PROCURA COM AMIZADE E EXERCÍCIO POLÍTICO, FAZER UM APELO A QUE SE EXPERIMENTE FORMAS DE SOCIABILIDADE E DE COMUNIDADE, PROPONDO ALTERNATIVAS ÀS FORMAS TRADICIONAIS DE RELACIONAMENTO OCORRIDAS ENTRE OS SERES VIVOS E O AMBIENTE ONDE ESTES ESTÃO INSERIDOS E, COM ISSO, PROMOVENDO UMA SIMBIOSE HARMÔNICA E SUSTENTÁVEL. PRIVILEGIA O TEMA ÉTICA, SAÚDE E CIDADANIA COMO ELEMENTOS TRANSVERSAIS DE TODAS AS OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE. CONSIDERAMOS QUE A RELAÇÃO VITAL É AQUELA GERADA PELA CONVIVÊNCIA DUAL: EDUCADOR-ALUNO, INDIVÍDUO-SOCIEDADE, CONTEXTUALIZADOS POR SEUS ENTORNOS SOCIAMBIENTAIS.

OBJETIVO GERAL

CONSCIENTIZAR OS ALUNOS SOBRE A PROTEÇÃO DO AMBIENTE EM QUE ESTAMOS INSERIDOS.

OBJETIVO ESPECÍFICO

EXPLORAR O ENTENDIMENTO DO ALUNO SOBRE:
O MEIO AMBIENTE
INTERAÇÃO COM O GRUPO
ESTABELECIMENTO DE REGRAS DE CONVIVÊNCIA

METODOLOGIA

1. ESTUDO DO ASSUNTO
2. DISCUSSÃO
3. CONCLUSÃO
4. DEPOIMENTO
5. TEXTOS
6. E OUTROS
9. TODA E QUALQUER ATIVIDADE DESENVOLVIDA QUE ESTIVER RELACIONADA AO PROJETO SERÁ ANEXADO POSTERIORMENTE.



Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

CONCLUSÃO

CONCLUI O CURSO DE MEIO AMBIENTE E SAÚDE DA UFU.
AGUARDEM PARA POSTAGENS DIVESAS.
ATÉ LOGO!

sábado, 12 de dezembro de 2009

SALMOS 43

FAZ ME JUSTIÇA OH DEUS!
E PLEITEIA MINHA CAUSA CONTRA UMA NAÇÃO CONTENCIOSA.
LIVRA ME DO HOMEM FLADULENTO E INJUSTO POIS TU ES O DEUS DA MINHA FORTALEZA.
POR QUE ME REJEITAS? POR QUE EI DE ANDAR EU LAMENTANDO SOBRE A OPREÇÃO DOS MEUS INIMIGOS?
ENVIA A TUA LUZ E A TUA VERDADE PARA QUE ME GUIEM E ME LEVE AO TEU SANTO MONTE E AOS TEUS TABERNÁCOLOS.
ENTÃO IREI AO ALTAR DE DEUS.
DE DEUS QUE É A MINHA GRANDE ALEGRIA.
AO SOM DA ARPA TE LOUVAREI OH DEUS DEUS MEU.
POR QUE ESTAS ABATIDA OH MINHA ALMA?
POR QUE TE PERTURBAS DENTRO EM MIM?
ESPERA EM DEUS POIS AINDA O LOUVAREI.
A ELE MEU AUXILIO E DEUS MEU.

sábado, 5 de dezembro de 2009

LIÇÕES...

Jonas 2: 1 à 3

1 – Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus,
2 – e disse:
Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz.
3 – Pois me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim.


Jonas 2: 8 à 10

8 – Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso.
9 – Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei.
Ao SENHOR pertence a salvação!
10 – Falou, pois o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra.


MARCOS 21: 01 à 16.

1 Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes:
2 Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e trazei-mos.
3 E, se alguém vos disser alguma coisa, respondei-lhe que o Senhor precisa deles. E logo os enviará.
LIÇÃO II4 Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta:
5 Dizei à filha de Sião: Eis aí te vem o teu Rei, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de animal de carga.
6 Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes ordenara,
7 trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então, puseram em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou.
8 E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada.
9 E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!
10 E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, e perguntavam: Quem é este?
11 E as multidões clamavam: Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia!
12 Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
13 E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.
14 Vieram a ele, no templo, cegos e coxos, e ele os curou.
15 Mas, vendo os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!, indignaram-se e perguntaram-lhe:
16 Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?
Mateus 4:17 à 25

17 Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.
18 Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores.
19 E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.
20 Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.
21 Passando adiante, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco em companhia de seu pai, consertando as redes; e chamou-os.
22 Então, eles, no mesmo instante, deixando o barco e seu pai, o seguiram.
23 Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo.
24 E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou.
25 E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.


Salmos 119: 105

Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.


A TUA PALAVRA

A TUA PALAVRA ESCONDI
NO MEU CORAÇÃO ESCONDI
PARA NÃO PECAR CONTRA TI
A TUA PALAVRA ESCONDI

A BÍBLIA

A BÍBLIA É PARA MIM UM LIVRO SEM IGUAL
É SANTA DOUTRINA É LEI DE DEUS É VIDA ETERNAL
B – Í – B – L – I – A
PALAVRA DO SENHOR
CONFIE NELA SÓ NA B – Í – B – L – I – A
BÍBLIA.







O LIVRINHO SEM PALAVRAS

O coração do ser humano sem o Senhor Jesus é sujo, negro como a primeira página do livrinho sem palavras.
Quando as pessoas aceitam a Jesus como salvador e passam a estudar a Bíblia, a orar e a buscar a Deus em primeiro lugar o coração delas passa a ficar vermelho como a página vermelha do livrinho sem palavras. Pois elas entendem que o sangue de Jesus foi derramado por elas na cruz.
Assim que nós entendemos, através do ouvir a palavra de Deus que é a Bíblia, que Jesus veio para derramar seu sangue por nós o nosso coração fica branquinho como a página branca do livrinho sem palavras.
Daí a gente entende que Deus promete em sua palavra, a Bíblia, que nós vamos para o céu e que lá tem ruas de ouro. O ouro é representado pela página amarela do livrinho sem palavras.
A nossa vida passa a ser cheia de esperança em todas as coisas, pois o verde das árvores da natureza das florestas nos lembra da vida, que é representado pela página verde do livrinho sem palavras.

Música do livrinho sem palavras:

MEU CORAÇÃO ERA SUJO
MAS CRISTO AQUI JÁ ENTROU
E O SEU PRECIOSO SANGUE TÃO ALVO ASSIM O TORNOU
E DIZ EM SUA PALAVRA QUE EM RUAS DE OURO ANDAREI.
OH DIA FELIZ QUANDO EU CRI EM JESUS
E A VIDA ETERNA GANHEI!
O QUE APRENDEMOS

LIÇÃO I – JONAS E O GRANDE PEIXE
· OBEDIÊNCIA A DEUS.

LIÇÃO II – A ENTRADA DE JEUSUS EM JERUSALÉM MONTADO NO JUMENTINHO
· A HUMILDADE E A DAR LORVOR A JESUS.

LIÇÃO III – O CONVITE DE JESUS PARA SEGUI-LO
· VIVER COMO CRISTO VIVEU

LIÇÃO IV – SALMOS 119:105 E O LIVRINHO SEM PALAVRAS
· GUARDAR A PALAVRA DE JESUS NO CORAÇÃO E O PLANO DE SALVAÇÃO DO SER HUMANO.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

SÓ ELE...

ELE EM TUDO SUPORTOU...
ELE EM TUDO FEZ PELO PRÓXIMO...
ELE EM TUDO FOI VITUPERADO...
ELE...
SÓ ELE...

JESUS.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Possibilidades para o aprender

descentrar-se - tomar consciência - sentir
compreender - descobrir - construir - fazer - ultrapassar - inventar...

Estudo sobre a prática de ensino

Com este trabalho demonstro o resultado obtido em um curto espaço de tempo, e também a importância da dedicação do profissional da área de ensino para que este tenha êxito melhor.

A PRÁTICA DE ENSINO

Observa-se facilmente no dia-a-dia que a criança é naturalmente curiosa; ela passa o tempo tentando descobrir alguma coisa, querendo conhecer.
A maneira de o professor conduzir a situação de ensino-aprendizagem, explorando ou não esta característica – a curiosidade – tem grande influência sobre a sua vontade de conhecer, no futuro.
É comum encontrarmos estudantes, de todas as idades, desinteressados, que consideram o estudo um fardo, uma tarefa enfadonha.
Com menor freqüência, encontramos também estudantes ansiosos em aprender, que gostam de aprofundar seus conhecimentos.
É esta segunda postura que o professor deve incentivar em alguns alunos e procurar resgatar em outros.
Um fator essencial é o professor considerar as experiências e conhecimentos anteriores e os interesses do aluno para orientar o processo de ensino-aprendizagem de forma significativa.
Ensinar é uma arte que envolve um sem-números de atividades (explicar, demonstrar, planejar, distribuir tarefas, etc.), nas quais se destacam três elementos essenciais: o aluno, aquilo que vai ser aprendido e o professor.
Toda situação de ensino deve estar voltada para o aluno, pois é nele que se processa a aprendizagem.
Assim, é fácil perceber que
Os conteúdos devem ser significativos e ter aplicação prática.
O professor deve ter o cuidado de selecionar conteúdos realmente importantes e ao organizá-los verificar o grau de profundidade adequado ao grupo.
Ensinar não é o mesmo que aprender. Por isso, se o aluno não aprender, todo esforço para ensinar estará perdido.
A função essencial do professor é, pois, orientar a aprendizagem do aluno, garantindo a eficiência dessa mesma aprendizagem, ou seja, assegurando a maior modificação possível no comportamento do aluno em período mínimo de tempo.
Existem recursos que facilitam a orientação da aprendizagem do aluno; o sucesso do seu uso depende da habilidade do professor.
Habilidade adquire-se com o treino, com a prática.
Daí porque todo curso de formação de professor compreende:
· uma parte teórica, na qual ele adquire os conhecimentos que lhe proporcionarão a cultura geral necessária ao exercício da profissão (Língua, Literatura, História, Geografia, Ciências, etc.), bem como aqueles conhecimentos que se relacionam mais diretamente à educação, ao ensino e à aprendizagem ( História da Educação, Didática, Psicologia Educacional, etc.);
Sem formação teórica, é difícil ensinar bem.
· uma parte prática, na qual o professor aplica os conhecimentos adquiridos na parte teórica, observando aulas, regendo aulas, avaliando alunos.
A prática é essencial para o exercício da profissão.
Vamos fazer uma comparação para se entender bem.
Observe um jogador de futebol – o Ronaldinho Gaucho, por exemplo: Todos dizem: Ronaldinho Gaucho é um excelente jogador de futebol. Ronaldinho Gaucho é perito em:
· fazer lançamentos precisos da bola para seus companheiros de ataque;
· driblar os adversários em campo;
· chutar bem em gol (cobrando faltas, finalizando jogadas).
A perfeição técnica com que Ronaldinho Gaucho realiza essas atividades se deve, sem dúvida alguma, ao fato de ele dedicar grande parte do seu tempo à prática de exercícios que mantenham seu preparo físico, à preocupação com o aprimoramento dos chutes que serão executados durante as partidas, etc.
Essas são habilidades básicas que o jogador desenvolveu, treinando, repetindo, aprimorando-se, enfim.
Não só o jogador de futebol deve desenvolver habilidades básicas, mas todas as profissões exigem habilidades básicas que devem ser treinadas e aperfeiçoadas.
Logo, podemos dizer que
Num sentido geral, habilidade significa fazer bem uma coisa, com diminuição do tempo de execução e menor esforço.
Em um sentido educativo, adquire-se uma habilidade por meio de técnicas apropriadas.
Ler bem, saber estudar, resolver problemas, tocar um instrumento são habilidades adquiridas por meio de técnicas apropriadas, mediante treino e repetição de movimentos até o ponto de serem executados com maior precisão e velocidade.
Para finalizar é melhor não esquecer que deve-se adotar procedimentos facilitadores da aprendizagem. Dentre os quais destacam-se:

a) Procedimentos que despertam e mantêm a atenção dos alunos: uso de material didático variado mudança dos canais sensoriais, movimentos, gestos, entonação de voz, foco, pausa, estilos de interação, enfim tudo o que atenda ao princípio que estabelece que a atenção é mais intensa e permanece por mais tempo quando o professor usa vários recursos para manter o aluno atento.
b) Utilização de perguntas: o uso de perguntas bem feitas leva o aluno a pensar sobre novos usos, modificação, aumento ou diminuição, substituição, inversão e reajustamento. Uma pergunta bem formulada é aquela em que o professor usa somente as palavras necessárias para expor a questão, vai direto ao assunto, pergunta uma coisa de cada vez, é objetiva, leva o aluno a pensar, a buscar novos caminhos, enfim, desperta o interesse do aluno.

c) Utilização de exemplos: o uso de exemplos serve para iniciar concretamente um estudo, complementar palestras ou exposições orais, dar oportunidade aos alunos de rever conhecimentos e compará-los em situações reais e treinar os alunos para aplicar corretamente o que lhes foi explicado. O professor pode iniciar a aula pelo exemplo, quando utiliza os seguintes passos: apresenta o exemplo, extrai dele os dados necessários a explicação e por fim explica o conteúdo; apresenta e explora o exemplo e, por fim, relaciona o exemplo ao conteúdo dado. Qualquer que seja a forma de utilizar o exemplo é importante lembrar-se de que exemplo é uma amostra do todo e deve conter todas as suas características.

d) Emprego de reforços: o uso de reforços adequados pode aumentar a ocorrência dos comportamentos desejáveis (reforço positivo) e enfraquecer ou eliminar os comportamentos indesejáveis (reforço negativo). O professor usa reforços verbais, não-verbais e mistos.

e) Fechamento da aprendizagem: o uso de procedimentos que permitem ao professor partir de conteúdos conhecidos pelo aluno, o emprego dos procedimentos descritos nos itens a, b, c e d, o desenvolvimento de atividades em que o aluno aplique o que aprendeu, a indicação de situações em que o aluno poderá usar o aprendido e a realização de revisão do conteúdo estudado criam condições favoráveis ao fechamento da aprendizagem. Pode-se afirmar que houve fechamento da aprendizagem quando os objetivos foram alcançados.

Veja a posição do Doutor Fernando Becker da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Uberlândia, 23 de agosto de 2008.
Curso de extensão – PROEX UFU
Palestra.
Doutor Fernando Becker – UFRGS

INTERDICIPLINALIDADE
- A universidade é colonizada;
- Conhecimento – ação organizadora do sujeito – relação – formas – reinventar – está no espírito (C.Bernard.1851)
- Os sistemas situam-se no espírito do homem. O homem sabe concebê-los, desenhá-los, “construí-los na sua colmeia sobrepõe ao mais exime construtor. (Piaget, 1961)
- “Conhecer consiste em construir ou reconstruir o objeto do conhecimento de modo a apreender o mecanismo.
- O conhecimento não é dado ao sujeito no seu gnoma.
- O conhecimento não é dado ao sujeito pelo meio social, pela cultura.
- O conhecimento é uma conquista do sujeito.
- Como insight – Estrutura sem transformação ( estrutura sem gênese).
- ( É preciso ser super dotado para detectar um super dotado?)
- Talento – Dom – Genialidade o conhecimento é dado ao sujeito no gnoma (apriorismo do professor – a epistemologia dos professores – pré-conceito). Porque certos alunos nunca aprendem ou aprendem mal?
- Perguntas feita a professores pelo palestrante – Quando o aluno é chamado de burro:
É importante verificar o conceito que o senhor emitiu. O que é ser burro? Qual é a tua hipótese a respeito da origem da burrice? Tem o projeto gnoma que está rastreando o código genético humano: será que existe um gene da burrice?
- “Ninguém pode transmitir o conhecimento.”
· Como experiência sensorial
· Transformação sem estrutura (gênese se estrutura)
· Nada há na inteligência que primeiro não tenha passado pelos sentidos.
Empirismo no pensamento do professor:
O conhecimento resulta da experiência sensorial
Aluno
O professor é o sujeito do conhecimento
Empirismo
Supressão do sujeito – Indivíduo é produto do meio social
Repercussões práticas da epistemiologia empirista: no aluno – Pedagogia da repetição
A repetição é companheira de relações autoritárias:
1) A repetição exige obediência.
2) Impede a descentração.
3) Exige relações heterônimas.
4) Opõem-se a coperação.

· Construtivismo – Epistemologia docente – ensaios.
O conhecimento é resultado da interação: o resultado é mais rico do que aquilo que o sujeito retirou dos objetos.
· A pergunta no início da aula deve ser perturbadora.
· Exercício da fala significa o exercício da inteligência.
Qual o objetivo da aprendizagem escolar?
O ensino pode ser bom quanto pode ser ruim.· Aumentar a capacidade de aprender.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

sábado, 24 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

AULA PASSEIO A CASA DA CULTURA

RECITAL CASA DA CULTURA

PROFESSOR ABEL RODRIGUES INICIA O RECITAL E ESCLARECE O MOTIVO DA VISITA A CASA DA CULTURA.
EXPLICA AOS ALUNOS A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR A MÚSICA, A ARTE E A HISTÓRIA DA COMUNIDADE EM QUE VIVEMOS.
FALA TAMBÉM SOBRE O 10º PRINCÍPIO DA “CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS”

10º PRINCÍPIO

“Estude, dando especial atenção para aquelas coisas que ajudarão a conviver melhor com as outras pessoas e com nosso planeta.
- Quanto melhor se educar, melhor saberá viver.
- Utilize os meios de comunicação para lhe ajudar a compreender as dificuldades e problemas que as pessoas ao redor do mundo enfrentam;
Estude com maior interesse os assuntos que lhe ajudem a ser uma pessoa melhor e a buscar alternativas para tornar o mundo um lugar melhor de se viver.”

terça-feira, 20 de outubro de 2009


POLICIAL CONCIDERA O PROJETO POSITIVO E ELOGIA O PROFESSOR PELA ATITUDE.


SOLDADO ELIAS É CONVIDADO A SE INTERAR SOBRE O PROJETO.


EXPOSIÇÃO DE DESENHOS E FOTOGRAFIA DOS ALUNOS EM SALA DE AULA DURANTE O ESTUDO DA “CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS”.

Mural com as atividades desenvolvidas com alunos de 1º à 5º ano.

PROJETO CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS

PROJETO

MEIO AMBIENTE
“CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS”

EDUCADOR: ABEL RODRIGUES DE BESSAS JÚNIOR.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AULA PASSEIO

O ambiente escolar é um espaço de diversão, expressão comunicação e lazer além de um local de aprendizado do conhecimento sistemático. No entanto para alguns alunos que possuem a dificuldade de compreensão da linguagem escrita pode ser um ambiente de exclusão. Na maioria das vezes esses alunos não vêem sentido no registro de todo conhecimento construído pela humanidade, onde a escrita é simplesmente um emaranhado de símbolos ou de difícil compreensão.
Para dar sentido ao prazer de ver o mundo letrado busco mostrar a magia desse através da música, da arte e da história.
A escola é o ponto de partida.
Conhecer a Casa da Cultura de Uberlândia é sentir-se participante da nossa cultura.
OBJETIVO:
Desenvolver o universo cultural e social do aluno, permitindo-lhe refletir e observar, criticamente, os aspectos funcionais de sua comunidade.
Aumentar o domínio e o espaço vital que o aluno deve possuir sobre seu macro-ambiente.
ROTEIRO
Saída da Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhôa às 13:30 hs. Iremos até a Casa da Cultura e retornaremos às 16:00hs.
DO TRANSPORTE E OUTRAS PROVIDÊNCIAS
O transporte já está providenciado
São 20 alunos de 1º à 5º ano do turno da tarde
A autorização será encaminhada aos pais três dias antes da aula passeio
Só participará da aula passeio o aluno que o pai ou responsável legal autorize
Na oportunidade farei um recital para os alunos no piano de calda da Casa da Cultura.
As músicas serão: Jesus Alegria dos Homens (Bach) - A música das notas musicais (Anônima) - O Cravo - A Casa -O Pato (Toquinho/Vinícius de Moraes).

A CASA

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A MÚSICA COMO PROCESSO EDUCACIONAL

O Estado de Minas Gerais tem a felicidade de contar com 12 Conservatórios Estaduais de Música, mantidos pela Secretaria de Estado de Educação que, com esforço e profissionalismo de seus dirigentes e professores, têm colocado a Arte, em especial a música, na educação de crianças, jovens e adultos. Jovens que devem ser preparados para a vida, para o mundo moderno, para a aquisição, produção e compreensão do Patrimônio Cultural da Humanidade. Ao estimular a apreciação artística nos seres, estamos abrindo a janela da sua imaginação e assim fazendo de sua vida única. Nós educadores ao instruir nossos grupos de estudo, a arte, criamos um espaço institucional para a ação conjunta de produção cultural no âmbito da escola. Dessa forma, a música no processo educacional e seus múltiplos espaços deve ser parte integrante da Educação, tanto quanto deve ser parte da vida de cada um.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior

sábado, 3 de outubro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

RESERVA ECOLÓGICA

AULA DE CAMPO

RELATÓRIO
VISITA A “RESERVA ECOLÓGICA”
Trabalho apresentado a Coordenação
do Eixo 3 – Meio Ambiente e Saúde
Curso PROEX da Universidade Federal
de Uberlândia – para fechamento da
AULA DE CAMPO realizada na
“Reserva ecológica”.
UBERLÂNDIA, 26 DE SETEMBRO DE 2009
RELATÓRIO
RESERVA ECOLÓGICA
ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O Brasil já teve muito mais matas e florestas do que tem agora.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, em 1500, a maior parte dele era ocupada por uma grande floresta.
Com o povoamento, essa floresta foi sendo derrubada.
Ela dá lugar a plantações, pastos, povoados, cidades, estradas e tudo o mais de que o homem precisa para ocupar o espaço. Além disso, a madeira de suas árvores sempre foi muito utilizada em construções, fornalhas e para fabricar móveis.
No mapa que foi apresentado aos cursistas do eixo 3, podemos observar que a área da “reserva ecológica” é ínfima em relação as áreas utilizadas para agricultura, pecuária e para a hidroelétrica. Esta devastação foi motivo de preocupação para todos.
O lixo e o esgoto poluem os rios e córregos. Esgotos residenciais e industriais sem tratamento, produtos químicos poluidores despejados diretamente na água.
A destruição desordenada da vegetação, tanto nas cidades quanto no campo, é um problema muito grave.
Sem vegetação, as temperaturas tendem a subir, e as chuvas tendem a diminuir. Algumas áreas, antes ocupadas por vegetação natural, quando desmatadas ou utilizadas de maneira incorreta pela agricultura, se tornam desérticas.
A desertificação prejudica a agricultura e a pecuária da região, diminuindo a produção de alimentos.
Há muita gente preocupada com a destruição da vegetação. Grupos ecológicos têm sido criados para defender a natureza das agressões humanas. Todos querem recuperar as áreas devastadas e criar áreas protegidas da destruição, como é o caso da “reserva” que visitamos.
Uma das maneiras de recuperar as áreas verdes é o reflorestamento.
Há experiências de reflorestamento em que a vegetação natural é replantada e acaba se refazendo com o tempo. Outra forma de proteger e preservar a nossa vegetação é criando o ecoturismo onde os visitantes são conscientes desta preservação.
Nelas, é proibido derrubar árvores, colher plantas ou flores e caçar animais. As reservas são criadas por lei e visam à proteção da fauna e da flora locais.
Depois que os recursos naturais das reservas florestais são identificados e avaliados, elas podem ser transformadas em parques, estações ecológicas ou reservas biológicas.
A lei garante a proteção destas áreas, mas na prática não é o que se vê.
Grupos de ecologistas, noticiários de rádio, TV e jornais denunciam que as reservas são constantemente invadidas por madeireiros, caçadores e garimpeiros. A guarda florestal, que deve tomar conta e proteger essas áreas, tem poucos homens e equipamentos e não consegue cumprir suas funções.
Enfim, para que a “reserva ecológica” que visitamos aqui em Uberlândia seja considerada uma reserva ecológica ainda há muito o que se fazer pois o conceito de reserva ecológica é o de uma zona não perturbada por atividades humanas e caracterizada por espécies de flora e fauna de significado científico.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Soho de Amor, de Liszt

MEDICINA NATURAL

Com este estudo não pretendo substituir uma consulta médica pessoal. Estou oferecendo ao leitor apenas informações complementares que podem ajudar a conhecer melhor o corpo humano e a saúde. O leitor deve sempre consultar um médico, em todos os casos relacionados com a saúde, particularmente no que se refere a qualquer sintoma que necessite de diagnóstico e cuidados médicos. Embora se considere o conselho e informação exato e certo no momento da postagem, portanto não posso ser legalmente responsabilizado por qualquer erro ou omissão produzida.
As terapias
TERAPIAS ORIENTAIS
-ACUPUNTURA
-TERAPIA AURICULAR
-SHIATSU
-FITOTERAPIA CHINESA
-MEDICINA AYURVÉDICA
-TERAPIA DA POLARIDADE
TERAPIAS DE MANIPULAÇÃO
-OSTEOPATIA
-OSTEOPATIA CRANIANA
-QUIROPRÁTICA
-MASSAGEM
-REFLEXOLOGIA
-TÉCNICA METAMÓRFICA
TERAPIAS NATURAIS
-AROMATERAPIA
-HOMEOPATIA
-TERAPIA NUTRICIONAL
-FITOTERAPIA OCIDENTAL
-NATUROPATIA
-REMÉDIOS FLORAIS DE BACH
TERAPIAS ATIVAS
-RELAXAMENTO E VISUALIZAÇÃO
-TÉCNICA DE ALEXANDER
-HIPNOTERAPIA
-IOGA
-TAI CHI
-TREINAMENTO AUTÓGENO
TERAPIAS QUE ENVOLVEM ENERGIAS EXTERNAS
-CURA ESPIRITUAL
-CROMOTERAPIA
-CRISTALTERAPIA
-CIMÁTICA
-RADIÔNICA
-BODYWORK: ROLFING, HELLERWORK E TERAPIA BIODINÂMICA
-ARTETERAPIAS: ARTERAPIA, TERAPIA DA DANÇA, MUSICOTERAPIA, DRAMATERAPIA
-TERAPIA DE DIAGNÓSTICO: CINESIOLOGIA, IRIDOLOGIA E FOTOGRAFIA KIRLIAN
Algumas dicas:
FITOTERAPIA
- A cebola é afrodisiaca e diurética, facilita a circulação cerebral e provoca a menstruação. Uma receita para dor de ouvido: amasse uma cebola pequena assada na brasa com um pouco de manteiga sem sal e aplique no local afetado.
- O chá da cebolinha é útil contra a epilepsia infantil.
- O coentro tem ação calmante e suavizante.
- A camomila é estimulante, tônica, sedativa e carminativa. O chá das flores é muito usado contra cólicas, dispepsias, indigestão e falta de apetite. Serve ainda para combater febres, vermes intestinais e prisão de ventre.
MUSICOTERAPIA
-Efeito relaxante: Hino ao Sol, Rimsky Korskov; Soho de Amor, de Liszt; O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky; Fantasia e Fuga em Sol Menor, de Bach; Serenata, de Schbert; Largo, do Xerxes, de Haendel.
Ai estão algumas alternativas para o tratamento da ansiedade.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

FITOTERAPIA

Uberlândia, 19 de setembro de 2009

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM PROFESSORES
DA EDUCAÇÃO BÁSICA
EIXO 3: MEIO AMBIENTE E SAÚDE
CURSO DE CAPACITAÇÃO
FITOTERAPIA NA ESCOLA
Ministrantes: Vilma Lúcia Moura
Neire Moura de Gouveia
Monitores: Marielle Rosse de Oliveira
Lucas Moreira Cunha
Fabiana Barcelos Furtado

FITOTERAPIA NA ESCOLA

Plantas medicinais são plantas utilizadas nos cuidados com a saúde. Desde tempos muito antigos nossos ancestrais (pais, avós, bisavós, ...) utilizavam plantas como remédios, ou por não terem outras opções, ou porque os outros tipos de remédios eram muito caros ou difíceis de se conseguir. Ainda hoje, apesar do grande número de “remédios de farmácia”, plantas são usadas para tratar doenças tanto no interior como na cidade. Isso acontece graças ao respeito que algumas pessoas mantém pelo conhecimento de alguém que já viveu mais e passou por mais experiências que elas. Disponível em
www.iepa.ap.gov.br
Atenção: Fitoterapia é a cura ou tratamento de doenças através das plantas medicinais.
I) Objetivos:
1) Estudar as propriedades das plantas medicinais
2) Reconhecer a importância de não se automedicar
3) Confeccionar fichário
4) Confeccionar herbário
5) Formação de horta pedagógica

II) Conteúdos que podem ser abordados:
1) Propriedades medicinais das plantas
2) Diferença entre planta medicinal e tóxica
3) As diversas partes das plantas
4) Origem das mesmas e características peculiares ( tamanho, forma, pelos, etc)
5) Abordagem dos processos de fotossíntese, transpiração e respiração
6) Função das plantas

III) Desenvolvendo as atividades

Parte I
O professor pode iniciar a atividade perguntando aos alunos: o que são plantas medicinais? Você conhece alguma planta que auxilia na cura de doenças? Qual?
Como funciona? Será que os pais, avós e vizinhos conhecem, usam ou plantam no quintal?

Planta tóxica possui substâncias que causam intoxicações como alergias, etc.
Planta medicinal possui substâncias que tem o poder de cura.
Os alunos devem entrevistar os pais, tios, avós, vizinhos preenchendo as informações em um fichário como a seguir:

FICHÁRIO

Nome comum: _____________________
Nome científico: ___________________
Origem: _________________________
Parte usada: _____________________
Como usa: _______________________
Para que serve: ___________________
Toxicidade: _____________________

Obs.: As informações que os pais não souberem serão completadas no laboratório de informática utilizando de informações disponíveis na web.
O professor sugere para os alunos trazerem para sala de aula algumas plantas medicinais para conhecimento e confecção das exsicatas para montagem do herbário.

Parte II
Após a pesquisa e confecção do fichário os alunos devem apresentar o que encontraram sobre cada uma das plantas pesquisadas.

Sugestão: o professor poderá preparar com os alunos diversos tipos de chás ( ou levá-los prontos para degustação) nas aulas de história ou geografia onde o professor poderá focar sobre a origem das plantas e características dos continentes.

Parte III
No laboratório de informática: com o resultado da pesquisa feita, leve-os para o laboratório de informática e peça para que eles pesquisem mais sobre as plantas medicinais levantadas junto à família e vizinhos.
Deverão iniciar pelo nome comum buscando informações como nome científico, origem outros usos na terapêutica, toxicidade e curiosidades. As imagens são muito importantes, pois auxiliam na identificação.
Sugestão: o professor também pode trabalhar separadamente as plantas medicinais que são usadas na culinária como temperos e como alimento. Muitas plantas são conhecidas popularmente por suas propriedades alimentícias, como é o caso da carambola. Mas muitos desconhecem suas propriedades medicinais. No caso, a carambola é usada como diurético, combate febres e ameniza o diabetes. Ela é uma fruta apreciada no território nacional, porém, ela não é nativa do Brasil, e sim da Índia (Ásia tropical).

Sites de busca:
http://www.fitoterapia.net/portada/portada editor.php
http://www.webflora.com.br/
http://www.herbmed.org./Herbs/Gerb13.htm
http://www.phytomania.com
http://www.educar.sc.usp.br/biologia/prociencias/medicinais.html



legislação

http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2000/17_00rdc.htm
http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/250200.htm

Artigos jornalísticos

http://www.comciencia.br/reportagens/fito/fito5.htm livros:

Livros:
FERRO, Degmar. Fitoterapia conceitos clínicos. Ed. Atheneu, 2008 532p.
MARTINS, E. & ALL. Plantas medicinais. Ed.Universidade, 2000
RODRIGUES, V. 7 ALL. As plantas medicinais no domínio dos cerrados.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

TRABALHO

TRABALHO

TEMA: TRÊS R (Reduzir, Reutilizar e Reciclar)

Aluno: Joel Felipe Silva
Prof.: Abel Rodrigues de Bessas Júnior
Série: 4ª D

Todos nós produzimos lixo:
Geralmente não pensamos sobre ele: simplesmente o jogamos fora. Porém, o mundo está ficando sem espaço para guardar todo o lixo que se está acumulando. Se fica jogado por aí, ele se torna um risco para a saúde e é feio.
Queimar o lixo polui o ar, e as cinzas, muitas vezes são tóxicas.
Às vezes, o lixo é jogado nos rios e lagos, poluindo a água.
Freqüentemente ele é enterrado na terra. O lixo enterrado, muitas vezes, pode conter substâncias tóxicas que vazam no solo e poluem o abastecimento de água.
Há três coisas que podemos fazer para limitar o impacto do lixo sobre o meio ambiente: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

REDUZIR
A melhor solução é reduzir o lixo que produzimos em primeiro lugar.
Exemplo: Comprar produtos que não venham com muita embalagem e de que realmente precisamos.

REUTILIZAR

As pessoas são freqüentemente muito imaginativas ao reutilizarem os objetos, ao invés de joga-los fora.
Exemplo: Amassar as latas de alumínio vazias e usa-las como chapa de metal, fazer móveis com sobras de madeira, usar vidros bem lavados para guardar alimentos, materiais legumes, vegetais, frutas e reutiliza-los com adubo para plantar outros alimento, pois esses restos são ótimos adubos.

RECICLAR

Se objetos como garrafas de vidro, latas de metal e de estanho, jornais e plásticos não puderem ser reutilizados, talvez seja possível recicla-los.
Exemplo: O vidro é lavado em fábricas especiais, quebrado em pedacinhos e, então, derretido para fazer vidro “novo”, pronto para a fabricação de alguma outra coisa; outro exemplo é reciclar o jornal para fazer vasos; cofrinhos da caixinha de leite, cestos para guardar a roupa suja e outros objetos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

MÚSICA

A MÚSICA COMO PROCESSO EDUCACIONAL

O Estado de Minas Gerais tem a felicidade de contar com 12 Conservatórios Estaduais de Música, mantidos pela Secretaria de Estado de Educação que, com esforço e profissionalismo de seus dirigentes e professores, têm colocado a Arte, em especial a música, na educação de crianças, jovens e adultos. Jovens que devem ser preparados para a vida, para o mundo moderno, para a aquisição, produção e compreensão do Patrimônio Cultural da Humanidade.
Ao estimular a apreciação artística nos seres, estamos abrindo a janela da sua imaginação e assim fazendo de sua vida única. Nós educadores ao instruir nossos grupos de estudo, a arte, criamos um espaço institucional para a ação conjunta de produção cultural no âmbito da escola.
Dessa forma, a música no processo educacional e seus múltiplos espaços deve ser parte integrante da Educação, tanto quanto deve ser parte da vida de cada um.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ÁGUA FONTE DE VIDA

A água

Sempre que eu penso em água, vem na minha cabeça uma hisória que minha mãe me contou, a história era sobre um garoto rico que gastava muita água, ele pensava que a água nunca iria acabar para ele, porque ele era rico.
Todos os dias ele acordava ia ao banheiro tomava um banho bem demorado, ele não fechava o chuveiro para ensaboar, seus pais nem ligavam para a conta de água. Todas as vezes que ele ia tomar banho demorava.
Certo dia ele foi para a escola, chegando lá à professora perguntou:
Quem gasta muita água?
Ele logo respondeu:
Eu, a água nunca vai acabar e se acabar, não vai acabar para mim, porque eu sou rico.
A professora respondeu:
A água vai acabar você sendo rico ou não.
O garoto foi pensando nisso que a professora falou, e também disse, para os pais, o que a professora falou. Os pais também começaram a pensar sobre o que o filho lhes disse.
Em um belo dia, o garoto e seus pais começaram a se importar mais com o consumo de água, o menino não demorou no chuveiro, e nem seus pais.Depois que minha mãe terminou de contar a história comecei a economizar água, pois a água é muito importante.
Aluna: Raphaela C. Gomes Araujo

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

MAIS POSTAGENS

PESSOAS, RETORNO DIA 01/09/2009. ATÉ LÁ NÃO FAREI MAIS POSTAGENS.

GRATO.



ABEL RODRIGUES DE BESSAS JÚNIOR.

educador

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

AÇÃO AMBIENTAL

Em decorrência da degradação do meio ambiente e do aumento da marginalidade, os problemas ambientais e sociais têm ganhado espaço nos conteúdos escolares. Sendo tão difíceis de compreender, essas questões são ainda mais difíceis de ensinar. Quem pensa ser coisa fácil acaba reproduzindo o senso comum. Escolas e professores mais atentos se perguntam como trabalhar melhor esses temas ou se deveriam ensinar o que mal compreendem.
Este blog pode te ajudar a compreender melhor o assunto.
Junto com a questão social vem a ambiental. Devemos entender melhor que o que acontece em casa, na cidade e no meio rural influencia diretamente o meio que vivemos.
Abordando este assunto não resolvemos o problema do mundo, mas sem eles não resolvemos nenhum.
Tratar do desenvolvimento socioambiental sustentável em um contexto para diversas disciplinas - ciências, artes histórias, língua portuguesa e geografia - é poder abordar questões próximas, como a do rio uberabinha em Uberlândia e outros. Não basta falar de responsabilidade ambiental e solidariedade se ignoramos que somos parte da biosfera e somos seres sociais, não meros moradores da biosfera e da sociedade, a começar pelo convívio em nossa casa, bairro e cidade.
Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

sábado, 15 de agosto de 2009

RETORNO

AS ESCOLAS RETORNARÃO AS ATIVIDADES NA SEGUNDA FEIRA - 17/08/2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O QUE É ISTO

GRIPE SUÍNA.
UM DESEQUILÍBRIO AMBIENTAL OU FALTA DE IGIENE DOS INDIVÍDUOS?
A base para as Boas Maneiras é a auto-estima. Se a pessoa não se valoriza, então ela não se cuida; não dando trato a si mesma e à sua própria figura, cai por terra toda possibilidade de que seus gestos possam significar respeito para com os outros.

COMUNICADO

ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR DOMINGOS PIMENTEL DE ULHÔA

SENHORES PAIS, COMUNICAMOS QUE AS AULAS DE NOSSA ESCOLA SERÁ INTERROMPIDA POR TEMPO INDETERMINADO.


A DIREÇÃO

MOTIVO - GRIPE SUÍNA.

DETERMINAÇÃO - MEC.

RECREAÇÃO

terça-feira, 28 de julho de 2009

FÉRIAS

ESTOU DE FÉRIAS.
AGUARDE PARA OUTRAS POSTAGENS
ATÉ LOGO!
Aberl Rodrigues de Bessas Júnior.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

PERGUTA

O DESPREPARO PARA A AUTONOMIA DA ESCOLA ESTÁ NOS EDUCADORES, NOS ALUNOS OU NOS PAIS?

POLÊMICAS DO NOSSO TEMPO

MOACIR GADOTTI

Escola cidadã
Estudo do livro “Escola cidadã”.
POLÊMICAS DO NOSSO TEMPO.
Moacir Gadotti

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador
2009

Capítulo I
AUTONOMIA E NATUREZA
DA EDUCAÇÃO

Por que discutir hoje a autonomia da escola?
Porque discutir a autonomia da escola é discuti a própria natureza da educação.
A escola que está perdendo a sua autonomia também está perdendo a sua capacidade de educar para a liberdade. É a tese que pretendo defender. Discutir o tema da autonomia é discutir a própria história da educação, na medida em que podemos ver a história da educação, na medida em que podemos ver a história da luta pela autonomia intelectual e institucional da escola, associada à liberdade de expressão e de ensino. Embora não seja sempre o termo utilizado com freqüência, o seu conteúdo essencial encontra-se em toda história do pensamento pedagógico.
O debate atual da autonomia escolar enraíza-se no processo dialógico de ensinar dos primórdios da filosofia grega. No diálogo entre Sócrates e Menón acerca da questão “se a virtude podia ser ensinada”, numa praça de Atenas, o mestre Socrates insiste que o escravo Menón deve procurar, nele mesmo, a resposta. Educar significa, então capacitar, potencializar, para que o educando seja capaz de buscar a resposta do que pergunta, significa formar para a autonomia. A escola, no ideal de Sócrates, deveria instituir-se toda ela em torno da autonomia. Seu método: o diálogo. O discípulo é quem deve descobrir a verdade. Portanto, a educação é auto-educação.
A palavra “autonomia” vem do grego e significa capacidade de autodeterminar-se, de auto-realizar-se, de “autos” (si mesmo) e “nomos” (leis). Autonomia significa autoconstrução, autogoverno. A escola autônoma seria aquela que se autogoverna. Mas não existe uma autonomia absoluta. Ela sempre está condicionada pelas circunstâncias, portanto a autonomia será sempre relativa e determinada historicamente.
Podemos dizer que o educador humanista italiano Vittorino da Feltre (1378-1446) é um precursor da moderna escola anti-autoritária. Em sua escola chamada “La Casa Giocosa” (A Casa Alegre), numa época em que predominavam os métodos autoritários da escolástica, centrados no mestre, Da Feltre propunha métodos ativos com a participação direta dos alunos. Da mesma forma, as críticas satíricas de François Rabelais (1495-1553), aos métodos escolásticos, contribuíram para o desenvolvimento das idéias de “autogoverno” na pedagogia, idéias que influenciaram Montaigne (1533-1592), John Locke (1632-1778). Para Montaigne o problema da educação se situa no interesse do aluno pelos estudos que seria tanto maior quanto maior fosse a sua participação na escolha dos conteúdos.
O humanista Tcheco Jean Amos Comenius (1592-1671), como outros educadores modernos, enfatizava a importância da ação e da auto-atividade do aluno. Em Locke encontramos pela primeira vez na história do pensamento pedagógico a expressão “autogoverno” (self-goverunent de Locke tinha um sentido moral, de autodomínio. Já em Rousseau, a expressão “autogoverno” tem um sentido social-educativo. A pedagogia de Rousscau centra-se na autonomia da criança: a criança é um ser completo e perfeito como o adulto, dizia ele.
A Escola Nova se forma como novo paradigma educativo e encontra em John Dewey (1859-1952) seu expoente máximo, cujos princípios do “aprender fazendo”, “aprender pela vida” e “para a democracia” permanecem vivos até hoje. Além de Dewey, as obras de Maria Montessori (1870-1952), Pistrak, Jean Piaget (1896-1980) e Célestin Freinet, (1896-1966) consagraram os princípios da autonomia e auto-atividade do educando. Mas há perspectivas diferentes entre eles. A obra de Pistrak, por exemplo, insistia mais na auto-organização dos alunos, colocando a gestão das atividades educativas como um meio educativo fundamental.
Adolph Ferrière (1879-1960), grande mestre da Escola Nova, e Jean Piaget dedicaram diversos estudos ao tema da autonomia dos estudantes e da escola. Em L’autonomie des écoliers dans les communautés d’enfants, Adolph Ferrière, depois de um longo estudo das comunidades de crianças e adolescentes e de apresentar vários exemplos de escolas públicas que praticam o chamado self-government, conclui afirmando que “a vida social, bem como a moral, o sentido do bem e do mal na vida coletiva, não podem ser aprendidos a não ser na prática” (FERRIÈRE, 1950:143). Daí o papel importante da autonomia (self-government) no processo de “socialização” gradual das crianças: “a autonomia é uma preparação para a vida do cidadão, tanto melhor, quanto mais substituem nela o exercício concreto e a experiência da vida cívica à lição teórica e verbal”, afirma Piaget em seu livro pouco conhecido La autonomia en la escuela (PIAGER, 1950:26). Piaget adverte que a autonomia pode tanto formar para a “democracia parlamentarista” quanto para a “subordinação aos chefes”.
O tema da autonomia teve um papel crítico e mobilizador contra o poder instituído verticalmente, burocraticamente. Ao centralismo opunha-se uma prática social baseada na participação.
O movimento anti-autoritário na educação não é recente. Segundo Jesus Palácios a oposição às relações e métodos autoritários “tem por eixo central a exaltação da liberdade da criança e do grupo no qual a criança está integrada” (PALÁCIOS, 1984:14). A idéia de autonomia está sempre associada à idéia de liberdade. O movimento anti-autoritário na educação inaugura a diferença entre a Escola Tradicional (centrada no mestre) e a Escola Nova (centrada no aluno). Um dos mais importantes pedagogos anti-autoritários é o educador espanhol Francisco Ferrer Guardia (1859-1909), fundador da “Escola moderna”, racionalista e libertária. Outro educador, o inglês Alexander S. Neill (1883-1973), com sua experiência da escola livre de Summerhill toda a organização da escola era controlada pelos alunos. Segundo Neill, para que o autogoverno fosse possível, o professor deveria renunciar a toda forma de autoridade, a toda pretensão hierárquica, a todo tipo de dirigismo. Por outro lado, o terapeuta norte-americano Carl R. Rogers (1902-1987) transpôs para o ensino centrado no aluno deveria basear-se na empatia, na autenticidade, confiança nas potencialidades do ser humano, na pertinência do assunto a ser aprendido, na aprendizagem participativa, na totalidade da pessoa, na auto-avaliação e na autocrítica.
Foi a Escola Nova que levantou mais alto a bandeira da autonomia na escola, entendento-a como livre organização dos estudantes, autogoverno. Muitas experiências pedagógicas foram feitas nesse sentido, e a literatura existente sobre esse assunto é abundante. Todavia, o movimento da Escola Nova, que introduziu os métodos ativos e livres na educação enfatizou mais a autonomia como fator de desenvolvimento pessoal do que como fator de mudança social. Ela tem o mérito, porém, de evidenciar como a autonomia e o autogoverno fazem parte da própria natureza da educação. Como diz Olivier Reboul, “a autoridade é, sem dúvida, necessária para impedir a criança de prejudicar e de prejudicar-se; mas a educação não começa senão no momento em que cessa a autocoerção” (REBOLUL, 1974:52).
É a partir da Segunda metade desse século, com as críticas à educação como fator de reprodução social, que o tema da autonomia foi associado a uma concepção emancipadora da educação. Esse já é o capítulo da autogestão.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

CURRICULUM

RUA ALÍPIO JOSÉ DE SOUZA, 152 – LARANJEIRAS UBERLÂNDIA – MG
CELULAR - (34) 9983:6829

ABEL

INFORMAÇÕES PESSOAIS -
 Nacionalidade: Brasileira
 Idade 41
 Naturalidade: Montes Claros – MG
 Filiação: Maria Eleutério Rodrigues – Abel Rodrigues de Bessas

RESUMO DE QUALIFICAÇÕES -

Educador, professor, pedagogo, músico; especiazação em: métodos e técnicas de pesquisa em: música, alfabetização, literatura, educação especial, musicoterapia, meio ambiente e saúde (curso de extensão PROEX – UFU – eixo 3. 2008 e 2009) em andamento.

FORMAÇÃO -

Cursos: pedagogia, magistério e música.

OUTROS -

Cursos para formação e capacitação de profissional em ensino e outros na área empresarial – 544:30 horas.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL -

Martins Comércio Importação e Exportação LTDA.
Algar Call Center Service S/A.
Centro de Educação Especial Para Diagnóstico e Trabalho de Uberlândia.
E.E.Novo Horizonte.
E.E.Segismundo Pereira.
CEMUS do, re, mi.
Escola Municipal em Educação Infantil.
E.M.Professor Valdemar Firmino de Oliveira.
E.M.Sebastiana Silveira Pinto.
E.M.Professor Jacy de Assis.
E.M.Professor Domingos Pimentel de Ulhôa.



Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

quarta-feira, 15 de julho de 2009

LEMBRANÇA...

PESQUISA DE CAMPO - CURSO MEIO AMBIENTE E SAÚDE - PROEX UFU.

Nascente percurso do córrego lobo voçoroca próximo ao córrego liso
Uberlândia, 14 de agosto de 2008.


Uma das grandes mudanças ocorridas na organização social deste século foi o acelerado crescimento das cidades. Esse crescimento desordenado traz sérios problemas para o espaço urbano principalmente no que se refere aos impactos ambientais causados pela urbanização como os loteamentos, impermeabilização, etc. Com o aumento do grau de urbanização aumenta também em proporção à degradação ambiental decorrente da concentração da população nas áreas urbanas.
Além das perdas referentes à devastação da vegetação natural gerando desconforto térmico e desarmonia paisagística, temos ainda a fuga da fauna local, e a interferência na dinâmica das microbacias hidrográficas urbanas tendo como principal conseqüência o desenvolvimento da erosão hídrica como ravinas, voçorocas e erosão marginal.
A cidade de Uberlândia - MG é um exemplo desse modelo de desenvolvimento, onde além da saída da população rural do campo observa-se também a vinda de habitantes de municípios vizinhos na busca de melhores condições de vida aumentando o seu contingente populacional sem uma planificação adequada.
Alguns estudos já foram realizados e indicam que a área urbana de Uberlândia está inserida em uma categoria de erosão com susceptibilidade erosiva moderada. Dentro desse contexto, é possível observar a ocorrência de processos de erosão acelerada na maioria das cabeceiras dos córregos não canalizados das microbacias urbanas (Córrego Lagoinha, do Óleo e Lobo), assim como em todo o município. Com o desenvolvimento dos processos erosivos (ravinas e voçorocas) pode-se observar a formação de bancos arenosos na foz das microbacias comprometendo a dinâmica fluvial do rio responsável pelo abastecimento de água para população. Essas voçorocas comprometem ainda a população que habita seu entorno, pois em alguns casos pode haver o solapamento do terreno, e algumas dessas voçorocas são usadas como depósito de lixo e entulho colaborando para o desenvolvimento, de animais peçonhentos, insetos e doenças epidemiológicas como dengue e cólera. Alguns estudos vêm alertando para este problema que se alastra pelo município tanto em proporções espaciais como na velocidade dos processos já instalados.
Com a expansão da malha urbana e, portanto a necessidade cada vez maior de espaços habitáveis, e a criação de uma legislação ambiental mais rígida, faz se necessário desenvolver estudos sobre a ocorrência destes processos em Uberlândia a fim de se fazer cumprir a legislação já existente e ainda apontar medidas preventivas e de contenção apropriadas.
Neste contexto, o objetivo geral deste trabalho foi identificar a ocorrência de processos de erosão hídrica na área urbana de Uberlândia. Tem ainda como objetivos específicos: verificar a relação do crescimento urbano com a degradação ambiental, identificar as áreas onde já estão sendo feitas medidas de contenção e analisar estas medidas. Com essa pesquisa foi possível entender melhor a dinâmica dos processos erosivos em todo município verificando e comparando seu comportamento em áreas rurais e urbanas.
Os estudos sobre erosão hídrica devem partir da análise da origem dos processos. Quando somente os resultados do processo erosivo são levados em consideração, quase sempre as medidas de contenção não são eficazes. Isso ocorre porque deve-se trabalhar no sentido de entender o fenômeno pela sua dinâmica processual e, a partir daí, trabalhar com essas origens a fim de estabelecer procedimentos para o controle o monitoramento de resultados.

Voçoroca do Córrego Liso
A sub-bacia do córrego Liso com seus afluentes localiza-se no setor urbano de Uberlândia, sendo o córrego Liso o principal curso em extensão dessa sub-bacia, que percorre no sentido leste-oeste com aproximadamente 5.000 metros de extensão, recebendo como afluente o córrego Buritizinho com 2.250 metros e o córrego Lobo (ou Carvão) com 1.500 metros de extensão. A sub-bacia do córrego Liso ocupa uma área aproximada de 14,60 Km 2, representando aproximadamente 7,73% da área urbana do município de Uberlândia. O caso dessa voçoroca já se apresenta de forma diferenciada do caso citado anteriormente.
Localizada na nascente do córrego Liso, essa voçoroca foi iniciada principalmente devido à ausência de planejamento no povoamento dessa área.
Nas décadas de 70 e 80 foram construídos vários conjuntos habitacionais na área (Jardim Brasília, Maravilha, Vila Satélite, Jardim Metrópole, etc.) Essas construções levaram a uma impermeabilização intensa e acelerada facilitando o escoamento superficial pluvial dando origem à voçoroca.
Além disso, também houve uma concentração das águas pluviais oriundas da região do entorno da ferrovia que passa naquele local. As baixas declividades facilitaram o povoamento. Ao longo do córrego observa-se a presença de solos hidromórficos sendo que as águas correm sobre uma face argilosa de arenitos ou de materiais alterados do basalto. Nas laterais pode-se observar a presença de ravinas também causadas pelo escoamento superficial pluvial.
A área de uma das nascentes do córrego Liso foi aterrada, sobre a qual passa rua Pedro Quirino da Silva. A situação ainda se agrava já que sobre esta mesma nascente havia até julho de 1998 uma Central de Entulhos, que apenas recentemente foi desativada. A área próxima à nascente atualmente encontra-se cercada, e uma parte dos entulhos foi retirada do local, mas a grande maioria ainda permanece, comprometendo assim a qualidade da água, do solo e da própria vegetação.

Algumas soluções para a contenção:
· realização de estudos geotécnicos dobre a área devido aos eventos de subsistência;
· continuidade da ocupação por chácaras incentivando a plantação de vegetação estabilizadora;
· obras de microdrenagem para a construção da água do escoamento superficial pluvial;
· seleção entre lixo e entulho nos casos em que este esteja sendo utilizado como método de estabilização.

Algumas técnicas de contenção de voçorocas
Outras técnicas poderiam ter sido utilizadas por prejudicarem menos o meio ambiente, porém o poder público optou por um método mais ineficiente, porém mais barato. Para a escolha de um método mais adequado de contenção é necessário analisar os dados relativos à dinâmica da voçoroca e à vazão em seu interior para então poder iniciar os projetos propriamente ditos.
Durante a elaboração dos projetos é importante lembrar que devido às alterações que ocorrem nas voçorocas os projetos precisam ser flexíveis para que as obras possam ser constantemente adaptadas. Deve-se ainda considerar que cada voçoroca é um caso à parte, daí a dificuldade de generalização de soluções. Os aspectos que devem ser contemplados em um projeto de contenção de erosão constam do disciplinamento das águas superficiais, disciplinamento das águas subsuperficiais e estabilização dos taludes da voçoroca.
No disciplinamento das águas superficiais deve-se captar as águas da chuva e do esgoto e conduzi-las até local adequado onde a energia dessa água possa ser dissipada. As estruturas criadas para a condução da água são formadas por canais ou tubulações dimensionadas à partir do cálculo da vazão das águas formando uma rede de galerias e emissários. Os materiais podem ser de alvenaria ou aço, porém deve-se prever um tempo de desgaste deste material. O conhecimento das características geotécnicas do terreno também é essencial, uma vez que toda estrutura deve levar em conta a topografia, o lençol freático, etc. O primeiro passo é o cadastramento da voçoroca para o levantamento de todas as suas
características. Para cadastramento sugere-se a utilização de uma ficha elaborada pelo IPT (1989) que contempla se modo geral as características básicas de uma voçoroca. Após o cadastramento da voçoroca parte-se para o disciplinamento das águas como foi explicitado anteriormente. Além da condução das águas é necessário dissipar sua energia para diminuir sua velocidade. Os dissipadores de energia funcionam basicamente através do impacto do jato d’água em um defletor vertical suspenso, através de vertedores em queda ou ainda estruturas mistas.
Os vertedores podem também ser acoplados a obras de represamento propiciando o assoreamento do fundo da voçoroca à montante do represamento. As obras de represamento constituem-se de pequenas barragens ou diques construídos no interior da voçoroca com a finalidade de reter a energia da água e promover o assoreamento. Os materiais utilizados podem ser madeiras, sacos de solo-cimento e de concreto. É necessário calcular bem o volume e vazão para não haver o subdimensionamento da obra.
O disciplinamento das águas subsuperficiais é um pouco mais complicado. A ação subsuperficial é a principal responsável pelo desenvolvimento lateral das paredes da voçoroca. . Quando a voçoroca atinge o lençol freático, os mecanismos de erosão são intensificados principalmente através da liquefação do material arenoso pela lenta percolação d’água junto à parede da voçoroca, ocorrendo a diminuição da coesão do solo e consequentemente solapamento do talude. Para a contenção deste tipo de processo o método mais eficaz já estudado é o dreno que pode ser de vários tipos como o dreno com material sintético geotextil, dreno cego e o dreno de bambu. (IPT, 1989)
Após o disciplinamento das águas, a fase seguinte é a estabilização de taludes que é feita geralmente através da revegetação dos taludes com espécies apropriadas. Depois de concluídas asobras é necessário um monitoramento técnico periódico para que todo o trabalho não seja prejudicado com a evolução natural da paisagem.
Durante a realização de trabalhos de campo foram realizadas entrevistas informais com moradores nas proximidades das áreas degradadas, principalmente nos córregos Liso, Buriti, Lagoinha e Óleo. Foi possível verificar que há realmente uma necessidade de se promover uma educação ambiental, pois a falta de informação faz com que as pessoas achem que a prefeitura, ao aterrar as voçoroca com o entulho esta “limpando” a cidade.
Porém quando se expõe a idéia de transformar as áreas degradadas em áreas de lazer a população passa a entender que existem outras possibilidades ecologicamente mais corretas que podem melhorar a qualidade de vida desta população. A idéia que a população tem sobre os aterros é de crescimento, evolução e desenvolvimento, porém, como as obras não são monitoras as áreas continuam desprezadas com o lixo e entulho depositados à céu aberto.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A essência do planejamento ambiental urbano é a busca de máxima eficiência na ocupação do espaço, que deve, sobretudo, minimizar os custos sociais dos empreendimentos para uma realidade em constante mutação. Não se trata de otimizar soluções para um período relativamente curto como ocorre em uma obra de engenharia ou arquitetura. No planejamento, os critérios de otimização têm um caráter social e mudam com o tempo, em função das mudanças sociais e da interferência dos próprios planos.
Um plano jamais poderá ser considerado definitivo, o que nega a própria metodologia do planejamento, essencialmente dinâmica. Para elaboração de um planejamento ambiental mais eficiente e dinâmico é necessário que se leve em consideração a legislação ambiental nas várias esferas (federal, estadual e municipal), no que diz respeito a alguns pontos em destaque, como poluição, fontes poluidoras, a recursos hídricos e preservação de nascentes e remanescentes da vegetação nativa, observação da delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP’s), e destinação de resíduos sólidos (lixo e entulhos).
Em termos gerais esta questão é parte de um processo maior que faz parte da ideologia predominante do modelo capitalista. Dentro do referido sistema, tudo pode ser vendido para a obtenção de lucro inclusive o meio ambiente e a qualidade de vida do homem.
A ausência de uma visão integradora tendo como unidade de planejamento a bacia hidrográfica compromete a qualidade de vida da população residente na periferia, já que a população mais abastada pode pagar para obter um certo conforto.
A cidade de Uberlândia necessita caminhar muito no que se refere à política ambiental essencialmente democrática, isto é, sem privilegiar somente algumas esferas da população.
Em resumo, a realização da pesquisa foi importante por possibilitar uma visão mais crítica sobre a realidade do planejamento ambiental e urbano. Também fica clara a necessidade de um maior envolvimento da população nas questões ambientais seja através de projetos de educação ambiental ou de associações de bairro que lutem por um meio ambiente mais saudável.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

DEZ MANDAMENTOS

A canção do AMOR

A MUSICOTERAPIA E/OU A MÚSICA COMO PROCESSO EDUCACIONAL

2010
1 – IDENTIFICAÇÃO

1.1 – TÍTULO:
A música como processo educacional.

2 – INTRODUÇÃO

“A música é a expressão da ordem e da simetria, pois penetra pelo corpo e pela alma do homem e lhe revela toda a sua personalidade”. Estas palavras de Platão servem para destituir a música de possíveis coisas dos tempos, de aura de novidades. Existem inúmeros relatos desde tempos remotos da sua atuação benéfica nas desordens psíquicas e motoras.
Após a 2ª guerra, a música foi utilizada nos hospitais e galpões com os enfermos e mutilados da guerra, a pedido dos médicos que convidaram os músicos para tocarem músicas que foram escolhidas, de acordo com seus gostos pessoais e para a ocasião. Os médicos observaram que os enfermos que ouviram músicas, se restabeleciam com mais rapidez em relação aos outros. E é a partir deste momento que surge, em 1950, a Terapia com música.
Este trabalho é realizado no Brasil, onde a música tem espaço na área escolar e seu estudo mais aprofundado com o objetivo de prevenção e aprendizagem, como forma de disciplina e criatividade e na descoberta de novos elemento do som. A área de atuação é extensa.
No entanto, a utilização da música como processo educacional, como aprendizagem e criação musical, constitui-se em um desafio para os educadores de forma geral e profissionais que atuam na área, devido à falta de informação e conhecimento das pessoas. A escassez de um método específico, de recurso material adequado, insuficiente e bibliografia na maior parte estrangeira, dificulta um melhor procedimento e entendimento.
A investigação e estudo do recurso material didático utilizado no procedimento escolar é de fundamental importância para o desenvolvimento e surgimento de um novo método específico para o profissional que atua nesta área, capaz de “resolver” determinados problemas e diminuir o tempo em questões banais devido a escassez de recurso material didático adequado e insuficiente, sendo este o objeto do estudo.
É o caso de se esperar que o estudo proposto possa dar luz à estes estudos como respaldo e subsídio para o conhecimento e desenvolvimento de novos recursos com a música.

3 – ESTRATÉGIA DO ESTUDO

3.1 – Justificativa
Ao realizar este estudo, considera-se:
· Tornar conhecido o método na formação do processo educacional com á música;
· Favorecer o ensino;
· Atender necessidade específica;
· Amenizar o estresse durante o processo educacional.



3.2 - Estratégia
· Criar e elaborar instrumento de música;
· Registrar o estudo;
· Audição de música instrumental, orquestrada, cantada, etc.
· Composição sonora.

4 – OBJETIVO

4.1 – GERAL
· Abranger investigação sobre a música e a cultura;
· Contribuir no processo educacional;
· Possibilitar a integração;
· Criação de música.

4.2 – ESPECÍFICO
· Tornar conhecida a importância da música no processo educacional;
· Transmitir ao educando um sentido de segurança, ordem e equilíbrio;
· Desenvolver ao máximo a potencialidade de atenção e concentração dos participantes;
· Criar oportunidade de vivência, realidade, contexto dos participantes;
· Ouvir música em um contexto educativo;

5 – ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
· No decorrer do estudo da música;
· Através de atividades;
· Através do registro;
· Através da observação;

6 – REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

LIMA, Elcione de. A Contribuição da Música numa abordagem musicoterapêutica com pessoas portadoras de necessidades educativas especiais. Monografia apresentada no Curso Especialização em Educação Especial. Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia. 1993. E palestra proferida no Simpósio Brasileiro de Musicoterapia. Rio de Janeiro. 1997.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O EFEITO DO SOM

Todo som traz um efeito imediato ou a longo prazo para o organismo.
Em nossa sociedade ele tem sido pouco observado pois se torna cotidiano os ruídos de carros, motos, ônibus, aglomerado de pessoas conversando ao mesmo tempo, etc...
Com o passar do tempo este som traz para todos incomodos que, muitas vezes só pode ser normalizado com uso de medicamentos.
Como estudante do efeito do som convido você a contribuir com seu meio no sentido de buscar o que lhe agrada aos ouvidos. Já que praticamente é impossível, em uma sociedade como a nossa, acabar definitivamente com o efeito devastador provocado pela poluição sonora.
Sempre que puder tenha o bom senso de usar um som agradável.
Bom som pra você!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Publicação - REVISTINHA (CORREIO DE UBERLÂNDIA)


Princípios para a vida
A Carta da Terra, ainda pouco conhecida pelos estudantes, é um documento importante que descreve atitudes necessárias e urgentes para que o planeta seja um lugar melhor, por isso é preciso divulgá-la e torná-la mais popular
Priscilla Melo - - ( )
Jornal Correio de Uberlândia - ( http://www.correiodeuberlandia.com.br/ )
Atualizada: 03/04/2009 - 15h10min
Um trabalho corriqueiro, aparentemente simples e sem grandes pretensões, porém com um enorme significado se for levado em conta os excelentes resultados conseguidos em um curto espaço de tempo. Bastou uma conversa rápida da reportagem do Revistinha com alguns dos alunos da Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhôa, situada no bairro Santa Mônica, zona leste de Uberlândia, que desenvolveram junto com o professor Abel Rodrigues de Bessas Júnior um trabalho sobre a Carta da Terra no primeiro bimestre deste ano, para que tais resultados ficassem evidentes.

Onde trabalho

Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhôa

A Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhôa, situada no bairro Santa Mônica, é uma instituição que se compromete com um ensino inovador e de qualidade, desde o introdutório até a 8ª série; onde a produção de conhecimento e autonomia são os seus principais objetivos. Pois é através de um ambiente estimulante e propício,que se semeia o crescimento intelectual dos alunos . A escola oferece o Ensino Fundamental de nove anos, que vai do introdutório à 8ª série, distribuídos nos turnos manhã e tarde; sendo atendidos do introdutório a terceiras séries nos anexos e as demais séries na sede. Essa instituição é considerada uma referência de ensino por acreditar nas potencialidades de seus alunos, ao incentivar a integração entre conhecimento e vivência cidadã, sempre procurando atender às necessidades e as curiosidades deles. E graças ao empenho, amor e dedicação de cada um dos administradores, professores, funcionários e alunos que já passaram por aqui; é que essa escola, tem se destacado no ensino de Uberlândia, por sempre oferecer um ensino de qualidade.

MANDE E-MAIL

MANDE SUGESTÃO

4º princípio da "Carta da Terra"

4. Mantenha limpo o lugar onde você vive
- Economize água;
- Jogue o lixo no lixo;
- Procure manter todas as suas coisas em ordem;
- Separe o lixo seco do orgânico;
- Adote a idéia dos “três erres”:
Reduzir
Reutilizar
Reciclar

Coleta Seletiva de lixo. O que é isso?

Coleta seletiva de lixo é a separação do lixo que pode ser reaproveitado do que não pode ser aproveitado!
Existem materiais no nosso lixo que podem ser reaproveitados como: papéis, plásticos, vidros e metais. Estes materiais voltam para as indústrias para a fabricação de novos produtos.
Podemos e devemos ajudar o ambiente fazendo o reaproveitamento do nosso lixo através da coleta seletiva e da reciclagem.

O que é reciclagem?
Reciclagem é o reaproveitamento do material separado na coleta seletiva do lixo para ser novamente usado na indústria. Toda comunidade pode colaborar e mudar a história do lixo da nossa cidade, tornando-a um lugar melhor para se viver.
Lembre-se
Não jogue lixo em terrenos vagos. Assim você já está melhorando o seu ambiente.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Nosso ambiente

CLIMA DE AMIZADE.
















O Criador

No sábado, dia 04/07/2009, apresentei para o grupo de formação continuada o trabalho que realizei na E.M.Prof.Domingos Pimentel de Ulhôa. No momento contei a história "O CRIADOR".
(PROEX UFU - CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA - MEIO AMBIENTE E SAÚDE - EIXO 3).
Aqui está a história.