terça-feira, 29 de setembro de 2009

RESERVA ECOLÓGICA

AULA DE CAMPO

RELATÓRIO
VISITA A “RESERVA ECOLÓGICA”
Trabalho apresentado a Coordenação
do Eixo 3 – Meio Ambiente e Saúde
Curso PROEX da Universidade Federal
de Uberlândia – para fechamento da
AULA DE CAMPO realizada na
“Reserva ecológica”.
UBERLÂNDIA, 26 DE SETEMBRO DE 2009
RELATÓRIO
RESERVA ECOLÓGICA
ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O Brasil já teve muito mais matas e florestas do que tem agora.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, em 1500, a maior parte dele era ocupada por uma grande floresta.
Com o povoamento, essa floresta foi sendo derrubada.
Ela dá lugar a plantações, pastos, povoados, cidades, estradas e tudo o mais de que o homem precisa para ocupar o espaço. Além disso, a madeira de suas árvores sempre foi muito utilizada em construções, fornalhas e para fabricar móveis.
No mapa que foi apresentado aos cursistas do eixo 3, podemos observar que a área da “reserva ecológica” é ínfima em relação as áreas utilizadas para agricultura, pecuária e para a hidroelétrica. Esta devastação foi motivo de preocupação para todos.
O lixo e o esgoto poluem os rios e córregos. Esgotos residenciais e industriais sem tratamento, produtos químicos poluidores despejados diretamente na água.
A destruição desordenada da vegetação, tanto nas cidades quanto no campo, é um problema muito grave.
Sem vegetação, as temperaturas tendem a subir, e as chuvas tendem a diminuir. Algumas áreas, antes ocupadas por vegetação natural, quando desmatadas ou utilizadas de maneira incorreta pela agricultura, se tornam desérticas.
A desertificação prejudica a agricultura e a pecuária da região, diminuindo a produção de alimentos.
Há muita gente preocupada com a destruição da vegetação. Grupos ecológicos têm sido criados para defender a natureza das agressões humanas. Todos querem recuperar as áreas devastadas e criar áreas protegidas da destruição, como é o caso da “reserva” que visitamos.
Uma das maneiras de recuperar as áreas verdes é o reflorestamento.
Há experiências de reflorestamento em que a vegetação natural é replantada e acaba se refazendo com o tempo. Outra forma de proteger e preservar a nossa vegetação é criando o ecoturismo onde os visitantes são conscientes desta preservação.
Nelas, é proibido derrubar árvores, colher plantas ou flores e caçar animais. As reservas são criadas por lei e visam à proteção da fauna e da flora locais.
Depois que os recursos naturais das reservas florestais são identificados e avaliados, elas podem ser transformadas em parques, estações ecológicas ou reservas biológicas.
A lei garante a proteção destas áreas, mas na prática não é o que se vê.
Grupos de ecologistas, noticiários de rádio, TV e jornais denunciam que as reservas são constantemente invadidas por madeireiros, caçadores e garimpeiros. A guarda florestal, que deve tomar conta e proteger essas áreas, tem poucos homens e equipamentos e não consegue cumprir suas funções.
Enfim, para que a “reserva ecológica” que visitamos aqui em Uberlândia seja considerada uma reserva ecológica ainda há muito o que se fazer pois o conceito de reserva ecológica é o de uma zona não perturbada por atividades humanas e caracterizada por espécies de flora e fauna de significado científico.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Soho de Amor, de Liszt

MEDICINA NATURAL

Com este estudo não pretendo substituir uma consulta médica pessoal. Estou oferecendo ao leitor apenas informações complementares que podem ajudar a conhecer melhor o corpo humano e a saúde. O leitor deve sempre consultar um médico, em todos os casos relacionados com a saúde, particularmente no que se refere a qualquer sintoma que necessite de diagnóstico e cuidados médicos. Embora se considere o conselho e informação exato e certo no momento da postagem, portanto não posso ser legalmente responsabilizado por qualquer erro ou omissão produzida.
As terapias
TERAPIAS ORIENTAIS
-ACUPUNTURA
-TERAPIA AURICULAR
-SHIATSU
-FITOTERAPIA CHINESA
-MEDICINA AYURVÉDICA
-TERAPIA DA POLARIDADE
TERAPIAS DE MANIPULAÇÃO
-OSTEOPATIA
-OSTEOPATIA CRANIANA
-QUIROPRÁTICA
-MASSAGEM
-REFLEXOLOGIA
-TÉCNICA METAMÓRFICA
TERAPIAS NATURAIS
-AROMATERAPIA
-HOMEOPATIA
-TERAPIA NUTRICIONAL
-FITOTERAPIA OCIDENTAL
-NATUROPATIA
-REMÉDIOS FLORAIS DE BACH
TERAPIAS ATIVAS
-RELAXAMENTO E VISUALIZAÇÃO
-TÉCNICA DE ALEXANDER
-HIPNOTERAPIA
-IOGA
-TAI CHI
-TREINAMENTO AUTÓGENO
TERAPIAS QUE ENVOLVEM ENERGIAS EXTERNAS
-CURA ESPIRITUAL
-CROMOTERAPIA
-CRISTALTERAPIA
-CIMÁTICA
-RADIÔNICA
-BODYWORK: ROLFING, HELLERWORK E TERAPIA BIODINÂMICA
-ARTETERAPIAS: ARTERAPIA, TERAPIA DA DANÇA, MUSICOTERAPIA, DRAMATERAPIA
-TERAPIA DE DIAGNÓSTICO: CINESIOLOGIA, IRIDOLOGIA E FOTOGRAFIA KIRLIAN
Algumas dicas:
FITOTERAPIA
- A cebola é afrodisiaca e diurética, facilita a circulação cerebral e provoca a menstruação. Uma receita para dor de ouvido: amasse uma cebola pequena assada na brasa com um pouco de manteiga sem sal e aplique no local afetado.
- O chá da cebolinha é útil contra a epilepsia infantil.
- O coentro tem ação calmante e suavizante.
- A camomila é estimulante, tônica, sedativa e carminativa. O chá das flores é muito usado contra cólicas, dispepsias, indigestão e falta de apetite. Serve ainda para combater febres, vermes intestinais e prisão de ventre.
MUSICOTERAPIA
-Efeito relaxante: Hino ao Sol, Rimsky Korskov; Soho de Amor, de Liszt; O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky; Fantasia e Fuga em Sol Menor, de Bach; Serenata, de Schbert; Largo, do Xerxes, de Haendel.
Ai estão algumas alternativas para o tratamento da ansiedade.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

FITOTERAPIA

Uberlândia, 19 de setembro de 2009

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM PROFESSORES
DA EDUCAÇÃO BÁSICA
EIXO 3: MEIO AMBIENTE E SAÚDE
CURSO DE CAPACITAÇÃO
FITOTERAPIA NA ESCOLA
Ministrantes: Vilma Lúcia Moura
Neire Moura de Gouveia
Monitores: Marielle Rosse de Oliveira
Lucas Moreira Cunha
Fabiana Barcelos Furtado

FITOTERAPIA NA ESCOLA

Plantas medicinais são plantas utilizadas nos cuidados com a saúde. Desde tempos muito antigos nossos ancestrais (pais, avós, bisavós, ...) utilizavam plantas como remédios, ou por não terem outras opções, ou porque os outros tipos de remédios eram muito caros ou difíceis de se conseguir. Ainda hoje, apesar do grande número de “remédios de farmácia”, plantas são usadas para tratar doenças tanto no interior como na cidade. Isso acontece graças ao respeito que algumas pessoas mantém pelo conhecimento de alguém que já viveu mais e passou por mais experiências que elas. Disponível em
www.iepa.ap.gov.br
Atenção: Fitoterapia é a cura ou tratamento de doenças através das plantas medicinais.
I) Objetivos:
1) Estudar as propriedades das plantas medicinais
2) Reconhecer a importância de não se automedicar
3) Confeccionar fichário
4) Confeccionar herbário
5) Formação de horta pedagógica

II) Conteúdos que podem ser abordados:
1) Propriedades medicinais das plantas
2) Diferença entre planta medicinal e tóxica
3) As diversas partes das plantas
4) Origem das mesmas e características peculiares ( tamanho, forma, pelos, etc)
5) Abordagem dos processos de fotossíntese, transpiração e respiração
6) Função das plantas

III) Desenvolvendo as atividades

Parte I
O professor pode iniciar a atividade perguntando aos alunos: o que são plantas medicinais? Você conhece alguma planta que auxilia na cura de doenças? Qual?
Como funciona? Será que os pais, avós e vizinhos conhecem, usam ou plantam no quintal?

Planta tóxica possui substâncias que causam intoxicações como alergias, etc.
Planta medicinal possui substâncias que tem o poder de cura.
Os alunos devem entrevistar os pais, tios, avós, vizinhos preenchendo as informações em um fichário como a seguir:

FICHÁRIO

Nome comum: _____________________
Nome científico: ___________________
Origem: _________________________
Parte usada: _____________________
Como usa: _______________________
Para que serve: ___________________
Toxicidade: _____________________

Obs.: As informações que os pais não souberem serão completadas no laboratório de informática utilizando de informações disponíveis na web.
O professor sugere para os alunos trazerem para sala de aula algumas plantas medicinais para conhecimento e confecção das exsicatas para montagem do herbário.

Parte II
Após a pesquisa e confecção do fichário os alunos devem apresentar o que encontraram sobre cada uma das plantas pesquisadas.

Sugestão: o professor poderá preparar com os alunos diversos tipos de chás ( ou levá-los prontos para degustação) nas aulas de história ou geografia onde o professor poderá focar sobre a origem das plantas e características dos continentes.

Parte III
No laboratório de informática: com o resultado da pesquisa feita, leve-os para o laboratório de informática e peça para que eles pesquisem mais sobre as plantas medicinais levantadas junto à família e vizinhos.
Deverão iniciar pelo nome comum buscando informações como nome científico, origem outros usos na terapêutica, toxicidade e curiosidades. As imagens são muito importantes, pois auxiliam na identificação.
Sugestão: o professor também pode trabalhar separadamente as plantas medicinais que são usadas na culinária como temperos e como alimento. Muitas plantas são conhecidas popularmente por suas propriedades alimentícias, como é o caso da carambola. Mas muitos desconhecem suas propriedades medicinais. No caso, a carambola é usada como diurético, combate febres e ameniza o diabetes. Ela é uma fruta apreciada no território nacional, porém, ela não é nativa do Brasil, e sim da Índia (Ásia tropical).

Sites de busca:
http://www.fitoterapia.net/portada/portada editor.php
http://www.webflora.com.br/
http://www.herbmed.org./Herbs/Gerb13.htm
http://www.phytomania.com
http://www.educar.sc.usp.br/biologia/prociencias/medicinais.html



legislação

http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2000/17_00rdc.htm
http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/250200.htm

Artigos jornalísticos

http://www.comciencia.br/reportagens/fito/fito5.htm livros:

Livros:
FERRO, Degmar. Fitoterapia conceitos clínicos. Ed. Atheneu, 2008 532p.
MARTINS, E. & ALL. Plantas medicinais. Ed.Universidade, 2000
RODRIGUES, V. 7 ALL. As plantas medicinais no domínio dos cerrados.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

TRABALHO

TRABALHO

TEMA: TRÊS R (Reduzir, Reutilizar e Reciclar)

Aluno: Joel Felipe Silva
Prof.: Abel Rodrigues de Bessas Júnior
Série: 4ª D

Todos nós produzimos lixo:
Geralmente não pensamos sobre ele: simplesmente o jogamos fora. Porém, o mundo está ficando sem espaço para guardar todo o lixo que se está acumulando. Se fica jogado por aí, ele se torna um risco para a saúde e é feio.
Queimar o lixo polui o ar, e as cinzas, muitas vezes são tóxicas.
Às vezes, o lixo é jogado nos rios e lagos, poluindo a água.
Freqüentemente ele é enterrado na terra. O lixo enterrado, muitas vezes, pode conter substâncias tóxicas que vazam no solo e poluem o abastecimento de água.
Há três coisas que podemos fazer para limitar o impacto do lixo sobre o meio ambiente: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

REDUZIR
A melhor solução é reduzir o lixo que produzimos em primeiro lugar.
Exemplo: Comprar produtos que não venham com muita embalagem e de que realmente precisamos.

REUTILIZAR

As pessoas são freqüentemente muito imaginativas ao reutilizarem os objetos, ao invés de joga-los fora.
Exemplo: Amassar as latas de alumínio vazias e usa-las como chapa de metal, fazer móveis com sobras de madeira, usar vidros bem lavados para guardar alimentos, materiais legumes, vegetais, frutas e reutiliza-los com adubo para plantar outros alimento, pois esses restos são ótimos adubos.

RECICLAR

Se objetos como garrafas de vidro, latas de metal e de estanho, jornais e plásticos não puderem ser reutilizados, talvez seja possível recicla-los.
Exemplo: O vidro é lavado em fábricas especiais, quebrado em pedacinhos e, então, derretido para fazer vidro “novo”, pronto para a fabricação de alguma outra coisa; outro exemplo é reciclar o jornal para fazer vasos; cofrinhos da caixinha de leite, cestos para guardar a roupa suja e outros objetos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

MÚSICA

A MÚSICA COMO PROCESSO EDUCACIONAL

O Estado de Minas Gerais tem a felicidade de contar com 12 Conservatórios Estaduais de Música, mantidos pela Secretaria de Estado de Educação que, com esforço e profissionalismo de seus dirigentes e professores, têm colocado a Arte, em especial a música, na educação de crianças, jovens e adultos. Jovens que devem ser preparados para a vida, para o mundo moderno, para a aquisição, produção e compreensão do Patrimônio Cultural da Humanidade.
Ao estimular a apreciação artística nos seres, estamos abrindo a janela da sua imaginação e assim fazendo de sua vida única. Nós educadores ao instruir nossos grupos de estudo, a arte, criamos um espaço institucional para a ação conjunta de produção cultural no âmbito da escola.
Dessa forma, a música no processo educacional e seus múltiplos espaços deve ser parte integrante da Educação, tanto quanto deve ser parte da vida de cada um.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ÁGUA FONTE DE VIDA

A água

Sempre que eu penso em água, vem na minha cabeça uma hisória que minha mãe me contou, a história era sobre um garoto rico que gastava muita água, ele pensava que a água nunca iria acabar para ele, porque ele era rico.
Todos os dias ele acordava ia ao banheiro tomava um banho bem demorado, ele não fechava o chuveiro para ensaboar, seus pais nem ligavam para a conta de água. Todas as vezes que ele ia tomar banho demorava.
Certo dia ele foi para a escola, chegando lá à professora perguntou:
Quem gasta muita água?
Ele logo respondeu:
Eu, a água nunca vai acabar e se acabar, não vai acabar para mim, porque eu sou rico.
A professora respondeu:
A água vai acabar você sendo rico ou não.
O garoto foi pensando nisso que a professora falou, e também disse, para os pais, o que a professora falou. Os pais também começaram a pensar sobre o que o filho lhes disse.
Em um belo dia, o garoto e seus pais começaram a se importar mais com o consumo de água, o menino não demorou no chuveiro, e nem seus pais.Depois que minha mãe terminou de contar a história comecei a economizar água, pois a água é muito importante.
Aluna: Raphaela C. Gomes Araujo