segunda-feira, 30 de agosto de 2010

DESPEDIDA

E O DESTINO DESFOLHOU

A TODOS QUE ME ACOMPANHAM NESTE BLOG QUERO ESCREVER O SEGUINTE:

DESPESSO-ME DA CIDADE DE UBERLÂNDIA NÃO COM LÁGRIMAS DE ARREPENDIMENTO;
NÃO COM LÁGRIMAS DE REMORSO;
NÃO COM SAUDADE FALSA;
MAS COM:
SORRISO DE ALEGRIA, FELICIDADE E PAZ.

UBERLÂNDIA FOI A CIDADE ONDE APRENDI MUITO, MAS DEIXA A DESEJAR ALGUMAS COISAS QUE...

QUERO QUE MEUS PARENTES, AMIGOS E CONHECIDOS SE ALEGREM COMIGO POIS, A VIDA NOS OFERECE OPORTUNIDADES QUE SÓ CADA UM DEVE APROVEITAR.
ASSIM COMO APROVEITEI TODAS AS OPORTUNIDADES AQUI, QUERO APROVEITAR AS OPORTUNIDADES PARA ONDE VOU...

PARA ONDE VOU?
MEUS AMIGOS SABEM.

FELICIDADES UBERLÂNDIA.
QUE O SENHOR DEUS TE DÊ EM DOBRO O QUE VOCÊ ME OFERECEU.

ABEL RODRIGUES DE BESSAS JÚNIOR.
EDUCADOR

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A MÚSICA QUE CURA

Musicoterapia
De acordo com a definição da World Federation of Music Therapy, musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e conseqüentemente uma melhor qualidade de vida.
Segundo a Canadian Association for Music Therapy a musicoterapia é “a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. Ela pode ser aplicada a todos os grupos etários em uma grande variedade de settings. A música possui a qualidade de ser não-verbal, mas oferece muitas oportunidades para a expressão oral e verbal. Como membro de uma equipe terapêutica, o musicoterapeuta participa da avaliação das necessidades do cliente, da formulação da abordagem e do programa terapêutico, desenvolvendo então atividades musicais específicas para alcançar os objetivos. A natureza da musicoterapia enfatiza uma abordagem criativa no trabalho terapêutico, possibilitando uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos do cliente. Os musicoterapeutas desejam ajudar o indivíduo a mover-se em direção a uma maior autoconsciência e, em um sentido mais amplo, a levar cada ser humano ao seu maior potencial”.

É importante enfatizar que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, mas que seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante um processo terapêutico.
OBJETIVO
Livre expressão sonora: vocal, corporal e instrumental;
 Melhora na comunicação;
 Integração grupal;
 Estabelecimento de limites;
 Percepção do outro e de si mesmo;
 Socialização;
 Percepção sensorial;
 Coordenação rítmica e motora;
 Orientação espaço-temporal;
 Memória, atenção, concentração;
 Percepção sonora, corporal e ambiental;
 Sensibilização;
 Criatividade e improvisação;
 Respiração e relaxamento;
 Diminuição do estresse.
A APLICAÇÃO CLÍNICA DA MUSICOTERAPIA PODE SER EM DIVERSAS ÁREAS COMO:
 Profilaxia:(Gestantes; Crianças; Adolescentes e Terceira idade);
 Distúrbios de Conduta na infância e adolescência;
 Estresse;
 Recursos Humanos: empresas;
 Área social;
 Idosos: geriatria e gerontologia;
 Área da saúde mental:(..Autismo; Psicoses; Esquizofrenia;..Neuroses;.. .....Fobias;.Síndrome do pânico; Depressão, etc);
 Deficiências Mentais; Físicas; Sensoriais e Múltiplas;
 Dependência química;
 Distúrbios Neurológicos;
 Pacientes em coma;
 Pesquisas Científicas;
 Retardo Neuropsicomotor;
 Síndromes com comprometimento do desenvolvimento;
 Área institucional e Educacional;
 Adultos “normais” que buscam um auto conhecimento, auto controle, .....entre outros.

Aberl Rodrigues de Bessas Júnior
educador e/ou terapeuta

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Os sete flagelos da humanidade

. Guerras;
. Fome;
. Drogas;
. Crimes;
. Superpopulação;
. Dsts-AIDS.

Destaco a Seguinte Reportagem:

MEIO AMBIENTE: UM PLANETA ENVENENADO
A cada segundo são destruidos 2.000 quilômetros quadrados de matas na Terra - com consequências fatais para o clima. Veneno puro são as 1.000 toneladas de dióxido de carbono lançadas ao ar por segundo. Elas produzem o efeito-estufa: aumentam os furacões tropicais, as geleiras e o gelo polar derretem e aumentam as massas d'água dos oceanos... Segundo estudos recentes, um quarto de todas as águas subterrâneas do mundo está contaminada por resíduos industriais e produtos químicos... (Revista: "CHAMADA DA MEIA-NOITA". Pg.11).

segunda-feira, 7 de junho de 2010

QUIOSQUE DE MATERIAL REUTILIZADO

LUGAR PARA ESTUDO - QUIOSQUE DE MATERIAL REUTILIZADO

Neste lugar procurei criar um espaço agradável para: estudar, orar, meditar, ensinar, aprender e receber os irmão e amigos em Cristo.
O material utilizado, desde o piso até a cobertura, é todo feito de material reutilizado. Material este encontrado na rua e reciclado e/ou reutilizado por mim.
Tornou-se um jardim agradável onde as plantas, os pássaros, acima de tudo e todos Deus e eu nos entendemos.
Fazendo com que o meio ambiente seja favorável para o propósito pelo qual foi criado.

terça-feira, 18 de maio de 2010

A RIQUEZA SONORA DA MÚSICA

A Música Como Fonte de Riqueza

Além de auxiliar nas muitas deficiências humanas a música tem uma riqueza sem comparação.
Com ela podemos guardar ou memorizar várias matérias que estamos estudando nas áreas das ciências exatas ou humanas.
Ela nos auxilia para que a gente possa ter maior segurança em momentos mais complicados como, por exemplo, quando estamos em meio a um embaraço com nossos pais, amigos, chefes e outros...
A música faz com que o nosso cotidiano seja menos árduo, trazendo consolo quando estamos sem um amor, sem alguém para nos dar carinho ou para nos ouvir.
Podemos dizer que ela preenche vários espaços vazios em nossas mentes e que faz com que o ambiente a nossa volta fique mais agradável.
Assim, para que possamos desfrutar mais das riquezas sonoras da música, é preciso que nós estudemos com cautela as músicas que ouvimos ou que colocamos no nosso ambiente diário.
Boa música para todos.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O AMOR É DECISIVO

O QUE É DECISIVO?

“Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 5: 01 (leia Romanos 5: 01 à 11)

Estava deitada em minha cama certa manhã, com lágrimas nos olhos, pensando no mal que alguns de meus atos haviam causado a outras pessoas. Minha mente simplesmente me dizia que antes de minha conversão, eu tinha deixado atrás de mim uma trilha de encontros desastrosos com outras pessoas. Devo Ter deturpado espiritualmente algumas pessoas por toda a vida.
Estava deixando minha tristeza pelo passado estragar minhas possibilidades para o futuro. De repente, uma pergunta me surgiu a qual eu nunca havia considerado antes.
“Se o céu não pode ser obtido por meio de uma vida cheia de boas obras, será o inferno conseguido como resultado de obras más?”.
Pensei que não poderia ser assim. O que não pode ser ganho pela bondade, não pode necessariamente ser perdido por causa da maldade. Se é assim, o que é decisivo? É a simples graça – a graça de Jesus Cristo – crucificado, morto, enterrado e ressurrecto!
Quando Jesus é colocado nas balanças de julgamento, o bem e o mal se contrabalançam, e Ele se tornará no fator determinante.

ORAÇÃO: Ó Deus, nós Te agradecemos por tua dádiva de Jesus Cristo e sua graça redentora. Ajuda-nos a clamá-la para nós mesmos e proclamá-la para os outros. Amém.

PENSAMENTO PARA O DIA

Eu clamo para mim mesmo a graça redentora de Cristo.
Wayne O. Mackenzie (Canadá)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Preservar é o caminho

Apesar de todo o alerta de vários ambientalistas ainda assim o homem continua degradando o ambiente com o lixo e outros poluentes.
Podemos observar, durante o "Acampamento 2010", que a natureza ainda resite em meio a tanta poluição.
Ainda há esperança para que a conciência humana possa reverter tudo isto.
Abel Rodrigues de Bessas Júnior

ACAMPAMENTO 2010






ACAMPAMENTO 2010

O acampamento 2010 realizado pela Igreja Presbiteriana Aliança - Pastor Jorge - foi fantástico.
Podemos aprender mais sobre a palavra de Deus, a Bíblia, e ter contanto com a natureza.
Para ver todas as fotos acesse o meu ORKUT: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&uid=16626321446311881097

Beijo...

segunda-feira, 8 de março de 2010

AULAS DE MÚSICA

INSTRUMENTOS: VIOLÃO, TECLADO, VIOLINO E FLAUTA DOCE.
AULAS TEÓRICAS: METODOS E PARTITURAS DOS PROFESSORES.

ABEL RODRIGUES E VANDERLAN PRADO

CONTATO: abelrbj@yahoo.com.br
vanderlan_prado@hotmail.com

TELEFONE: 3231-4406
CELULAR: 8802-7136

HORÁRIO: À COMBINAR

LOCAL:
PROFESSOR: ABEL RODRIGUES.
ENDEREÇO: RUA ALÍPIO JOSÉ DE SOUZA, 152.
BAIRRO: LARANJEIRAS.

PROFESSOR: VANDERLAN PRADO.
ENDEREÇO: RUA HILDEBRANDO DE OLIVA, 337.
UMA HORA DE AULA POR SEMANA.

VALOR: R$50,00 (CINQUENTA REAIS) MENSAL.
UMA HORA DE AULA POR SEMANA.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Meditação para o mês de março

Presente, mas Oculto

“Falou-lhes pois Jesus Cristo, outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” João 8.12 (leia Provérbios 3: 05 à 08)

Provérbios 3: 05 à 08
05 – Confia em Jeová de todo o teu coração e não te estribes na tua própria compreensão.
06 – Nota-o em todos os teus caminhos, e ele mesmo endireitará as tuas veredas.
07 – Não te tornes sábio aos teus próprios olhos. Teme a Jeová e desvia-te do mal.
08 – Torne-se isso uma cura para o teu umbigo e refrigério para os teus ossos.

Uma TARDE quente, nos fins da primavera, minha filha Jennifer e eu decidimos dar uma chegada à casa de uma amiga para ver uns gatinhos recém-nascidos. Jennifer conhecia um atalho no meio de um grande campo e eu a segui.
Enquanto eu podia enxergar o caminho à nossa frente eu me senti segura. Nós deveríamos seguir para a esquerda mas, por onde? “Está aqui, mamãe”, Jennifer disse, confiantemente: “Venha!” Persuadida por ela eu a segui, resolutamente. Realmente, o caminho estava lá. Havia sido encoberto da visão por uma grande moita de capim.
Enquanto eu ria comigo mesma, veio-me à mente o fato de que algumas vezes nós somente vemos o capim, os matos entrelaçados do medo e da incerteza e assim perdemos o caminho. Precisamos apenas pôr a confiança em quem nos guia. Cristo sabe o que está adiante de nós e nos guia através das muitas dificuldades que ocultam a nossa vereda.

ORAÇÃO: Pai, lovamos-Te e agradecemos-Te por enviares Jesus Cristo ao mundo para nos dirigir em meio a tempos de tristeza e insegurança. Graças Te damos pela vida abundante que Ele oferece. Amém.

Pensamento
A confiança na palavra de Deus trará à luz o nosso caminho.
Kay A.Brachof (EUA)

(Referência: No Cenáculo. 1º de março de 1979.)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A MUSICOTERAPIA E/OU A MÚSICA COMO PROCESSO EDUCACIONAL

1 – IDENTIFICAÇÃO

1.1 – TÍTULO:
A música como processo educacional.

2 – INTRODUÇÃO

“A música é a expressão da ordem e da simetria, pois penetra pelo corpo e pela alma do homem e lhe revela toda a sua personalidade”. Estas palavras de Platão servem para destituir a música de possíveis coisas dos tempos, de aura de novidades. Existem inúmeros relatos desde tempos remotos da sua atuação benéfica nas desordens psíquicas e motoras.
Após a 2ª guerra, a música foi utilizada nos hospitais e galpões com os enfermos e mutilados da guerra, a pedido dos médicos que convidaram os músicos para tocarem músicas que foram escolhidas, de acordo com seus gostos pessoais e para a ocasião. Os médicos observaram que os enfermos que ouviram músicas, se restabeleciam com mais rapidez em relação aos outros. E é a partir deste momento que surge, em 1950, a Terapia com música.
Este trabalho é realizado no Brasil, onde a música tem espaço na área escolar e seu estudo mais aprofundado com o objetivo de prevenção e aprendizagem, como forma de disciplina e criatividade e na descoberta de novos elemento do som. A área de atuação é extensa.
No entanto, a utilização da música como processo educacional, como aprendizagem e criação musical, constitui-se em um desafio para os educadores de forma geral e profissionais que atuam na área, devido à falta de informação e conhecimento das pessoas. A escassez de um método específico, de recurso material adequado, insuficiente e bibliografia na maior parte estrangeira, dificulta um melhor procedimento e entendimento.
A investigação e estudo do recurso material didático utilizado no procedimento escolar é de fundamental importância para o desenvolvimento e surgimento de um novo método específico para o profissional que atua nesta área, capaz de “resolver” determinados problemas e diminuir o tempo em questões banais devido a escassez de recurso material didático adequado e insuficiente, sendo este o objeto do estudo.
É o caso de se esperar que o estudo proposto possa dar luz à estes estudos como respaldo e subsídio para o conhecimento e desenvolvimento de novos recursos com a música.

3 – ESTRATÉGIA DO ESTUDO

3.1 – Justificativa
Ao realizar este estudo, considera-se:
· Tornar conhecido o método na formação do processo educacional com á música;
· Favorecer o ensino;
· Atender necessidade específica;
· Amenizar o estresse durante o processo educacional.



3.2 - Estratégia
· Criar e elaborar instrumento de música;
· Registrar o estudo;
· Audição de música instrumental, orquestrada, cantada, etc.
· Composição sonora.

4 – OBJETIVO

4.1 – GERAL
· Abranger investigação sobre a música e a cultura;
· Contribuir no processo educacional;
· Possibilitar a integração;
· Criação de música.

4.2 – ESPECÍFICO
· Tornar conhecida a importância da música no processo educacional;
· Transmitir ao educando um sentido de segurança, ordem e equilíbrio;
· Desenvolver ao máximo a potencialidade de atenção e concentração dos participantes;
· Criar oportunidade de vivência, realidade, contexto dos participantes;
· Ouvir música em um contexto educativo;

5 – ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
· No decorrer do estudo da música;
· Através de atividades;
· Através do registro;
· Através da observação;

6 – REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

LIMA, Elcione de. A Contribuição da Música numa abordagem musicoterapêutica com pessoas portadoras de necessidades educativas especiais. Monografia apresentada no Curso Especialização em Educação Especial. Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia. 1993. E palestra proferida no Simpósio Brasileiro de Musicoterapia. Rio de Janeiro. 1997.

Abel Rodrigues de Bessas Júnior
educador

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

sábado, 30 de janeiro de 2010

DICAS

DICAS PARA A ESCOLHA CERTA DE CÂNTICOS PARA UM CULTO OU REUNIÃO.

Um bom período de louvor tem que ter cânticos de :
• Convite a louvar a Deus / convite a pensar em Deus.
• Comunhão da igreja / cânticos que falam de amor
• Celebração / cânticos de vitória , de fé .
• Convite a adorar a Deus / Cânticos de consagração , entrega / Exaltação
• Adoração .

Claro que de acordo com a necessidade pode-se aumentar ou diminuir a quantidade de cânticos .


DICAS PARA ACOMPANHAMENTO DOS CÂNTICOS


Para acompanharmos os cânticos no teclado / piano / violão, usaremos o sistema de cifras para facilitar e resumir o que normalmente se leria em uma partitura musical.
Acordes, são de 2 a 5 notas tocadas simultaneamente ; pode-se também arpejar um acorde , tocando as notas uma após a outra.
Cada acorde possui um nome de acordo com as notas musicais. Vamos começar pelos acordes naturais, que provém das notas naturais ou “teclas brancas”

DO _ RE _ MI _ FA _ SOL _ LA _ SI Nome das notas musicais
C D E F G A B Letras que substituem o nome das notas

OU LA _ SI _ DO _ RE _ MI _ FA _ SOL
A B C D E F G

• Notas naturais , são notas que não possuem alteração, ou seja, nem # (sustenido), nem b (bemol).Estas notas estão localizadas nas teclas brancas. Se alguma nota vem acompanhada por algum destes símbolos (#,b) significa que são alteradas.

# - ( sustenido ) : eleva 1 semitom à nota . A alteração é para a direita do teclado .
b - ( bemol ) : diminui 1 semitom à nota . A alteração dá-se para a esquerda do teclado .

No piano/ teclado /violão , existem 2 intervalos possíveis entre duas notas, por
exemplo: DO _ RE . Entre estas duas notas existe um intervalo que se chama TOM, e é caracterizado por uma nota entre elas . O intervalo entre o DO e esta nota divisória (que no caso é uma nota preta ) DO # , é chamado de SEMITOM , que é o menor intervalo que temos nos nossos instrumentos.

• Quando você estiver tocando uma determinada música , e alguém achá-la
Aguda ou grave , pode acontecer do cantor pedir para descer ou subir 1 tom, ( ou 1 semitom ) .Agora você já sabe o que significa .

Existem outros intervalos maiores , que veremos conforme aparecer nas cifras.
Voltemos aos acordes naturais :

Ex. C este é o acorde de dó ; suas notas são : do - mi - sol
Este é um acorde simples de 3 sons , de acordo com as notas naturais

D - notas : ré - fá - lá
E - notas : mi - sol - si
F - notas : fá - lá - do
G - notas : sol - si - ré
A - notas : la - do - mi

Todas as notas desses acordes , estão nas teclas brancas .Existem acordes M ( maiores ) e m ( menores ) , + ( aumentados ) e 0 ( diminutos ).

De acordo com as notas destes acordes naturais e seus intervalos , podemos discernir em qual categoria ele se enquadram ( M , m . + ou 0 )

Voltemos aos acordes naturais e como são suas cifras , por causa das notas que ainda não possuem nenhuma alteração .

C - é um acorde maior
Dm - é um acorde menor
Em - menor
F - maior
G - maior
Am - menor
B0 - é um acorde diminuto

Sabendo da existência destes tipos de acordes , em que consiste a diferença entre eles ?
A diferença está nos intervalos entre as notas . Vamos analisar como exemplo, o acorde de C e Cm .
Quando encontramos uma cifra sozinha , quer dizer , sem nenhum sinal de alteração ou número , esta cifra automaticamente é um acorde MAIOR.

Sabendo desta regra , C é o acorde de dó Maior .
Quando um acorde é chamado de menor , é porque ele é realmente menor do que o maior . A cifra de dó menor é Cm , e suas notas são do - mi b - sol . Vá para o teclado e toque este acorde ; o intervalo entre o do e o mi b (de Cm) tem 1 semitom a menos que o de do - mi ( de C).

Todas as vezes que uma cifra estiver acompanhada de um ( m) , significa que é um acorde MENOR.

O mesmo vai acontecer para todas as outras cifras , mudando somente o sinal da alteração (# / b ):

D - ré - fá # - la Dm - ré - fá - la
E - mi - sol# - si Em - mi - sol - si
F - fá - la - do Fm - fá - la b - do
G - sol - si - ré G m - sol - si b - ré
A - la - do # - mi Am - la - do - mi

O acorde de si (B), é diferente dos outros , porque o intervalo entre as notas naturais é ainda menor que o intervalo dos acordes menores .

Para melhor entendermos este acorde de B0 e os acordes que vem acompanhados de números , vamos conhecer e estudar uma parte da teoria musical que se chama INTERVALOS , que já foi um pouco mencionada .

Você já conhece o intervalo entre as notas (do - ré ) como já citamos
anteriormente . Entre do e ré temos 1 tom , e este intervalo é chamado de intervalo de 2ª maior . Por que 2ª ? Porque envolve o nome de 2 notas , do e ré . Mas e o intervalo entre do e do # ? Este não tem nome porque envolve somente o nome de uma nota, no caso o do , mas é também um intervalo que conhecemos anteriormente por semitom. ( Não existe um intervalo chamado 1ª ).Veja logo abaixo outros intervalos .

3ª - ( Terça ) envolve 3 notas ; por exemplo : de do a mi .
4ª - ( Quarta ) envolve 4 notas ( de do a fá )
5ª - ( Quinta ) envolve 5 notas ( de do a sol ) e assim por diante .


Agora , porque 2ª maior ?
Os intervalos , podem ser M ( maiores ) , m ( menores ) , aum. (aumentados ) , dim. ( diminutos ) ; e é por causa dos intervalos que os acordes tem estes nomes .

Os principais intervalos que você precisa conhecer , estão na tabela abaixo, e vão nos ajudar a entender o por quê dos números junto das cifras .

• 2ª M - possui 1 tom (ex. : de do a re )
2ª m - possui ½ tom ( ou 1 semitom ) ( ex. : de do a re b )


• 3ª M - possui 2 tons . Ex : ( do a mi ) . De do a re = 1 tom
De re a mi = + 1 tom
Total = 2 tons
3ª m - 1 tom e ½ . Ex.: ( do - mi b )

O sustenido # ou o bemol b , nem sempre serão teclas pretas .
Por exemplo : si # - o som é o mesmo do do , só muda o nome da nota .
do b - é o mesmo som do si .
mi # - é o mesmo som do fa .
fá b - é o mesmo som do mi .

Pelo intervalo de 3ª M ou m é que distinguimos se o acorde é M ou m , como já vimos .

“Toda nota tem direito de ser b (bemol) ou # (sustenido)”.

• 4ª J - ( Quarta Justa ) .Este muda apenas o nome; em vez de ser Maior , se chama Justa .Possui 2 tons e ½ . Ex. ( do a fa )

O intervalo de 4ª J , nos ajuda com os acordes que vem com o nº 4 acompanhando-os. Por Ex.: C4

O C4 significa que você deve tocar o acorde de dó maior acrescentado da 4ª nota contada a partir da nota do (que é a nota que dá nome ao acorde) .
OBS.: do - ré - mi - fá
1ª 2ª 3ª 4ª
Não se esqueça de conferir se da nota dó ao fá tem 2 tons e ½ .

Quando você encontrar um acorde com 4ª , pode optar por tocar somente a 1ª nota ,a 4ª e a 5ª . Ex . : C4 : do - fá - sol . Pode acontecer que numa situação , fique melhor usar o acorde completo , mas fica a critério de quem está tocando.

5ª J - tem 3 tons e ½ . Ex. : do a sol .
5ª aum. - tem 4 tons . Ex. : do a sol #.
5 dim. - 3 tons . Ex. : do a sol b .

Intervalo de 5ª J nos ajuda a entender o acordes de B0 e acorde que vem acompanhados com o nº 5+. Exs.: B0 e C5+.

B0 - As notas do acorde de B0 ( si diminuto ) são si - re - fa ; o intervalo entre o si e o re , é de 5ªdim. porque tem 2 tons .
Para o B0 virar um acorde de Bm , basta que aumentemos 1 semitom à nota fa ,
ficando então fa # (5ª J) . O intervalo entre as notas si e re , já é uma 3ª m ( que caracteriza um acorde menor como já vimos anteriormente)
Então as notas do acorde de Bm são : si - re - fa#
Para ser um acorde Maior , é necessário que haja um intervalo de 3ª M entre o si e o re . Então aumentamos 1 semitom no re , ficando assim re# .

Então um acorde maior além da 3ªM ele tem que ter uma 5ª J .
Um acorde menor tem uma 3ª menor e também uma 5ª J .

• 6ª M - tem 4 tons e ½ . Ex. de 6ª M : do - la

O intervalo de 6ª M , é importante para acordes que estão acompanhados do nº 6 . por exemplo C6 .

O nº 6 , significa que você deve tocar as notas do acorde C (do - mi - sol ) mais a 6ª nota , que no caso é la ; o intervalo entre o do - la como já vimos é de 6ª M .

• 7ª M - tem 5 tons e ½ . Ex. : do - si
7ª m - tem 5 tons . Ex. : do - si b

O intervalo de 7ª M e m , é importante p/ acordes de C7M , C7 .

Então as notas do acorde de C7M são do - mi - sol - si
As notas do acorde de C7 são do - mi - sol - si b

Quando o acorde vier só com o nº 7 significa que é p/ você tocar a 7ª menor , ou seja , não vai vir um (m) junto com o 7 como no acorde de C7M .

Para ajudar a achar mais rápido a 7ª (M ou m) de um acorde , pode-se usar o seguinte raciocínio : p/ a 7ª M , conte um semitom p/ a esquerda da nota que dá nome ao acorde , no caso do nosso exemplo , o do . Você vai encontrar do mesmo jeito a nota si , que é a 7ªM .
E p/ a 7ªm , conte 1 tom p/ a esquerda da nota do , você encontrará do mesmo jeito a nota si b .

• Usamos o intervalo de 8ª para acompanharmos c/ a mão esquerda os acordes dos cânticos . Ex.: C - mão direita : do - mi - sol
mão esquerda : do - do (8ª )

O intervalo de 8ª é simples , pois é a mesma nota encontrada p/ cima ou p/ baixo da mesma . Por exemplo : a 8ª de do , é o próximo dó à esquerda do teclado ou à direita .

Existem acordes que vem acompanhados de outros nº (s) como 9 , 11 , 13 .

Para te ajudar a encontrar estas notas , você pode usar o mesmo raciocínio facilitado que usamos com a 7ª .

• A 9ª pode ser pensada como um intervalo de 2ª M ou m .

Os acorde com intervalos de 9ª Maior não são especificados junto à cifra . Quando a cifra estiver só , significa uma 9ª M , se a cifra vem com um (m) , significa uma 9ª m . As notas de um acorde c/ 9ª , são todas as notas do acorde + a 9ª nota .

Ex.: C9 : notas : do - mi - sol + a 9ª que é o ré . 9ª
( do - ré - mi - fá - sol - la - si - do - re)

Note que existe um ré mais próximo de se encontrar , e que é um intervalo de 2ª M . A 9ª nota também é um ré ( 9ª M ) .
Para você achar uma 9ª m , basta você contar uma 2ª m p/ a direita , a partir da nota do, que é a nota principal do nosso acorde exemplo.
.
• A 11ª pode ser pensada como 4ª J .
Ex.: C11 : notas : do - mi - sol + a 11ª que é o fá . 11ª
( do - re - mi - fa - sol - la - si - do - re - mi - fa )
Perceba que a 11ª nota é a mesma que a 4ª nota . Por isso usamos o mesmo raciocínio da 4ª .

• A 13ª pode ser pensada como 6ª M .
Ex.: C13 : notas : do - mi - sol + a 13ª que é o la . 13ª
( do - ré - mi - fá - sol - la - si - do - ré - mi - fá - sol - la)

A 13ª nota é a mesma que a 6ª , o la . Por este motivo usamos o mesmo cálculo da 6ª para acharmos a 13ª .

Outra dica para um bom acompanhamento de cifras .

Fica bem confortável p/ quem canta , quando se percebe no acorde da mão direita , notas da melodia do cântico ; esses acordes dão apoio para o cantor .
Quando você aprende a tocar por cifras , tem-se um bloqueio natural de uma passagem de um acorde para outro ; para que essa passagem de uma cifra para outra seja mais rápida e fluente , temos um recurso que ajuda e que se chama inversão de acordes . Para se inverter um acorde , basta você tocar suas notas em outras ordens, por exemplo :

C : as notas deste acorde você já conhece e são do - mi - sol
Mas nós podemos colocá-las em outras duas maneiras : mi - sol - do e
Sol - do - mi
O acorde permanece o mesmo pois suas notas não mudaram nem ganharam alterações de # ou b; apenas tocamos em posições diferentes .
Treine essas inverções com outros acordes , D , E , F e etc.
Quando se toca por exemplo o acorde de C , sempre tem um G ou F mais próximo , mas com as notas invertidas . Treine esta sequência :

C F G C
( do - mi - sol) ( do - fa - la ) ( si - re - sol ) ( do - mi - sol)
dedo 1 3 5 1 3 5 1 2 5 1 3 5
mão direita
Existem também outros acordes que começam com # e b , mas obedecem os mesmos intervalos dos outros .Todos os acordes M tem uma 3ª M e uma 5ª J. Todos os acordes m tem uma 3ª m e uma 5ª J . Confira na tabela abaixo as notas dos acordes com # e b :

C# - do # - mi # - sol #
D# - re # - fa ## - la #
Db - re b - fa - la b
Eb - mi b - sol - si b
F# - fa # - la # - do #
G# - sol # - si # - re #
Gb - sol b - si b - re b
A# - la # - do # - mi #
Ab - la b - do - mi b
Bb - si b - re - fa
C#m - do # - mi - sol #
D#m - re # - fa # - la #
Dbm - re b - fa b - la b
Ebm - mi b - sol b - si b
F#m - fa # - la - do #
G#m - sol # - si - re #
Gbm - sol b - si - re b
A#m - la # - do - mi #
Abm - la b - do b - mi b
Bbm - si b - re b - fa

TONALIDADE DE UMA MÚSICA

Para sabermos o tom que uma música está , é preciso saber quais são os acordes que predominam no decorrer da música . É importante saber também quais são os acordes principais que definem o tom da música .

Vamos pegar o exemplo do tom de C ; os acordes principais desta tonalidade são : C , F , G .
Por que ? Observe que juntando as notas desses 3 acordes , encontramos todas as notas de uma escala ,e definem para nós o tom . No caso de Dó maior , os acordes de C - F - G , não possuem nenhuma alteração de # ou b . Portanto , vamos verificar quais são as notas :

C : do - - mi - - sol -
F :-------------------- - fa - - la - - do -
G :---------------------------- sol - - si - - ré -

TOTAL : do - re - mi - fa - sol - la - si -------------------estas são as notas que certificam o tom de C . ( do maior )

Outro exemplo , D :
D : ré - - fá #- - lá
G :------------------ - sol - - si - - ré -
A :--------------------------- la - - do # - - mi -

TOTAL : ré - mi - fá # - sol - la - si - do # ----------- estas são as notas que certificam o tom de D ( ré maior ).