E O DESTINO DESFOLHOU
A TODOS QUE ME ACOMPANHAM NESTE BLOG QUERO ESCREVER O SEGUINTE:
DESPESSO-ME DA CIDADE DE UBERLÂNDIA NÃO COM LÁGRIMAS DE ARREPENDIMENTO;
NÃO COM LÁGRIMAS DE REMORSO;
NÃO COM SAUDADE FALSA;
MAS COM:
SORRISO DE ALEGRIA, FELICIDADE E PAZ.
UBERLÂNDIA FOI A CIDADE ONDE APRENDI MUITO, MAS DEIXA A DESEJAR ALGUMAS COISAS QUE...
QUERO QUE MEUS PARENTES, AMIGOS E CONHECIDOS SE ALEGREM COMIGO POIS, A VIDA NOS OFERECE OPORTUNIDADES QUE SÓ CADA UM DEVE APROVEITAR.
ASSIM COMO APROVEITEI TODAS AS OPORTUNIDADES AQUI, QUERO APROVEITAR AS OPORTUNIDADES PARA ONDE VOU...
PARA ONDE VOU?
MEUS AMIGOS SABEM.
FELICIDADES UBERLÂNDIA.
QUE O SENHOR DEUS TE DÊ EM DOBRO O QUE VOCÊ ME OFERECEU.
ABEL RODRIGUES DE BESSAS JÚNIOR.
EDUCADOR
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A MÚSICA QUE CURA
Musicoterapia
De acordo com a definição da World Federation of Music Therapy, musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e conseqüentemente uma melhor qualidade de vida.
Segundo a Canadian Association for Music Therapy a musicoterapia é “a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. Ela pode ser aplicada a todos os grupos etários em uma grande variedade de settings. A música possui a qualidade de ser não-verbal, mas oferece muitas oportunidades para a expressão oral e verbal. Como membro de uma equipe terapêutica, o musicoterapeuta participa da avaliação das necessidades do cliente, da formulação da abordagem e do programa terapêutico, desenvolvendo então atividades musicais específicas para alcançar os objetivos. A natureza da musicoterapia enfatiza uma abordagem criativa no trabalho terapêutico, possibilitando uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos do cliente. Os musicoterapeutas desejam ajudar o indivíduo a mover-se em direção a uma maior autoconsciência e, em um sentido mais amplo, a levar cada ser humano ao seu maior potencial”.
É importante enfatizar que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, mas que seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante um processo terapêutico.
OBJETIVO
Livre expressão sonora: vocal, corporal e instrumental;
Melhora na comunicação;
Integração grupal;
Estabelecimento de limites;
Percepção do outro e de si mesmo;
Socialização;
Percepção sensorial;
Coordenação rítmica e motora;
Orientação espaço-temporal;
Memória, atenção, concentração;
Percepção sonora, corporal e ambiental;
Sensibilização;
Criatividade e improvisação;
Respiração e relaxamento;
Diminuição do estresse.
A APLICAÇÃO CLÍNICA DA MUSICOTERAPIA PODE SER EM DIVERSAS ÁREAS COMO:
Profilaxia:(Gestantes; Crianças; Adolescentes e Terceira idade);
Distúrbios de Conduta na infância e adolescência;
Estresse;
Recursos Humanos: empresas;
Área social;
Idosos: geriatria e gerontologia;
Área da saúde mental:(..Autismo; Psicoses; Esquizofrenia;..Neuroses;.. .....Fobias;.Síndrome do pânico; Depressão, etc);
Deficiências Mentais; Físicas; Sensoriais e Múltiplas;
Dependência química;
Distúrbios Neurológicos;
Pacientes em coma;
Pesquisas Científicas;
Retardo Neuropsicomotor;
Síndromes com comprometimento do desenvolvimento;
Área institucional e Educacional;
Adultos “normais” que buscam um auto conhecimento, auto controle, .....entre outros.
Aberl Rodrigues de Bessas Júnior
educador e/ou terapeuta
De acordo com a definição da World Federation of Music Therapy, musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e conseqüentemente uma melhor qualidade de vida.
Segundo a Canadian Association for Music Therapy a musicoterapia é “a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. Ela pode ser aplicada a todos os grupos etários em uma grande variedade de settings. A música possui a qualidade de ser não-verbal, mas oferece muitas oportunidades para a expressão oral e verbal. Como membro de uma equipe terapêutica, o musicoterapeuta participa da avaliação das necessidades do cliente, da formulação da abordagem e do programa terapêutico, desenvolvendo então atividades musicais específicas para alcançar os objetivos. A natureza da musicoterapia enfatiza uma abordagem criativa no trabalho terapêutico, possibilitando uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos do cliente. Os musicoterapeutas desejam ajudar o indivíduo a mover-se em direção a uma maior autoconsciência e, em um sentido mais amplo, a levar cada ser humano ao seu maior potencial”.
É importante enfatizar que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, mas que seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante um processo terapêutico.
OBJETIVO
Livre expressão sonora: vocal, corporal e instrumental;
Melhora na comunicação;
Integração grupal;
Estabelecimento de limites;
Percepção do outro e de si mesmo;
Socialização;
Percepção sensorial;
Coordenação rítmica e motora;
Orientação espaço-temporal;
Memória, atenção, concentração;
Percepção sonora, corporal e ambiental;
Sensibilização;
Criatividade e improvisação;
Respiração e relaxamento;
Diminuição do estresse.
A APLICAÇÃO CLÍNICA DA MUSICOTERAPIA PODE SER EM DIVERSAS ÁREAS COMO:
Profilaxia:(Gestantes; Crianças; Adolescentes e Terceira idade);
Distúrbios de Conduta na infância e adolescência;
Estresse;
Recursos Humanos: empresas;
Área social;
Idosos: geriatria e gerontologia;
Área da saúde mental:(..Autismo; Psicoses; Esquizofrenia;..Neuroses;.. .....Fobias;.Síndrome do pânico; Depressão, etc);
Deficiências Mentais; Físicas; Sensoriais e Múltiplas;
Dependência química;
Distúrbios Neurológicos;
Pacientes em coma;
Pesquisas Científicas;
Retardo Neuropsicomotor;
Síndromes com comprometimento do desenvolvimento;
Área institucional e Educacional;
Adultos “normais” que buscam um auto conhecimento, auto controle, .....entre outros.
Aberl Rodrigues de Bessas Júnior
educador e/ou terapeuta
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